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 [END] - Rendição

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naty
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Qui Abr 22, 2010 11:35 pm

QUE FODAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
*-*

quase infartei quando vi que tinha post novo!!!
=DDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD

infelizmente eu n vou poder fazer meus comentários grades do jeito que eu gosto pq amanhã tenho 2 provas na faculdade e preciso estudar mais TOT
*mas prometo que comento de novo assim que puder, com todo os detalhes 8DDD*

O Nino foi TÃO²³³¹²³¹²³ fofo se escondendo da mãe do Oh-chan!!!
genteeeeeeeee, deu gargalhada aqui
xDDDDDDDD

MEU chorei falou??
xDDD
na hora q o Ohno chora por causa do cachorro, eu comecei a chorar, por três motivos:
1º: tenho uma vira-lata com 14 anos de idade *-*
2º: lembrei do Ohno chorando no DVD 5x10 (sempre chorro quando vejo)
3º: foi extremamente triste imaginar tudo o que aconteceu com ele (dog) sem ele entender óÒ

AMEI Josi-chan, não importa o tempo que vc demore a postar
eu NUNCA deixaria de ler uma fic sua
além de bem escritas, suas histórias prendem muito nossa atenção
*-----------------------------*

m(_ _)m
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Qui Abr 22, 2010 11:50 pm

Natyyyyyyyyyyyy
Nossa, mtoooo obrigadaaaaa
sem palavras... eu jamais poderia deixar de postar. Seus comentarios, e os das meninas... sao meu combustivel..mtooo obrigadaaaaa..de coração..
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naty
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Sex Abr 23, 2010 12:31 am

uwaaaaaaaaaaaaaaaaa que bom *------------*
eu JURO que olho TODOS OS DIAS aqui só pra ver se vc postou
xDDD

sou sua fã de verdade
*estou até na comunidade do orkut 8DDDD*

é a melhor fic de Ohmiya que eu já li, com toda a certeza
=DDDDDDDDD
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Sex Abr 23, 2010 1:42 am

Fiquei tão feliz em saber que sairia capítulo novo hoje que não via a hora de poder ler,engraçado pq tava ouvindo umas músicas do Arashi e quando comecei a ler começou a música Niji,para mim é quase como música tema da fanfic rsrsrsrsrs

Adorei esse capítulo,foi muito emocionante,como sempre aliás,eu ainda fico com um pé atrás com a Audrey por isso entendo a reação do Nino,mas vou tentar dar uma chance a ela.

Foi emocionante na parte da casa do Riida,ah esses dois são mto fofos juntos neh,achei incrivel sobre a história do cachorro voltando e como o Ohno ficou triste e como conversaram.

O que me emociono com a história também é que tenho um irmão por parte de pai que se assumiu gay um tempo atrás,e tal como na reação do pai do Nino na história foi reação do meu pai com ele e foi muito ruim e eles não se falam desde então,então acaba que marca também por isso,eu sei como meu irmão sofreu durante todo tempo na adolescencia por não poder assumir isso apesar de ser algo quase óbvio,até hoje ele sofre muito preconceito ainda,mas hoje está casado e feliz,isso que conta neh,enfrentamos dificuldades na vida,mas isso não é algo diferente para ninguém,mas precisamos enfrentar e seguir em frente.

Bem perfeito,já sou completamente fã apesar de ler a pouco tempo,mas virou um vicio já rsrsrsrsrsrs

Parabéns,simplesmente adorei

Bjos,bjos
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Josiane Veiga
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Sex Abr 23, 2010 4:13 pm

Naty
Huahauaahauhaa
Adorei^^
E a comuna está com 149 pessoas. Eu não conheço nem a metade..kkk..tudo leitores... e tem gente de todas as idades^^ é mto bom...

Emmanuele ( minha primeira personagem original se chamava Emma... tenho um carinho enorme por esse nome... )
Você nao tem ideia do quanto seu comentario me emocionou. Acho que a missao de todo autor é transmitir sentimentos, fazer as pessoas pensarem.
Eu sei de mta gente que nao aceitava o homossexualismo, que por causa d Rendição, passou a pelo menos... respeitar.
Eu fico feliz pelo seu irmao ter superado esses momentos dificeis. Ele é um homem de coragem, de viver a sua condição...
Desejo toda a sorte do mundo pra ele...
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Sex Abr 23, 2010 8:47 pm

Obrigada Josiane Smile comecei a ler e nem liguei de imediato a isso,mas é mto complicado vc se sentir diferente e não poder assumir o que sente,isso se extende a qualquer coisa tbm,um desejo de um curso universitário diferente,viver uma vida diferente ou no caso de rendição o desejos deles de ficarem juntos,mas o tempo consegue acertar o curso certo do caminho a seguir né Smile

Eu que me emociono sempre com a história,se já gostava de Ohmiya agora gosto mto mais Smile,vai ser triste quando acabar rendição,vou sempre pensar o que será que poderia acontecer depois,mas aí espero que possa saber por ser real em parte neh Smile
Mas não sei se esses dois de verdade se assumam um dia,ñ dá para negar né que tem algo entre eles,mas não sei se um dia eles ficariam juntos mesmo,mas torço mesmo assim.

Acabei foi ficando mais fã do Riida tbm,to até vendo Maou,tempo que queria ver,mas sempre tinha muitos doramas assistindo juntando a isso meu vicio em séries e a terrível falta de tempo rsrsrsrsrs

Bem é isso,vou esperar o próximo capítulo :D

Bjos
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Dom Abr 25, 2010 6:34 pm

AEAE *-*
capitulo novo \o/
aaaaaaa josy, nem preciso falar nada né
tá peeerfeito *o*
os pais do ohno são os pais que todo mundo sempre desejou né ^^
casamento nas montanhas, que soooooonho 8D
e a Audrey, fiquei boquiaberta com ela falando.
geeeeeeeente, e só de pensar que um dia ela já desejou todo o mal pro Aiba
falar que eles viraram amigos, aaah que lindo *-*
paarabéns josy :D


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Josiane Veiga
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Seg Jul 12, 2010 7:15 pm

Rendição

Capítulo XXXXI

Por Josiane Veiga

Nota da autora: esse devia ser o último capítulo de Rendição, mas as situações acabaram tomando uma forma gigantesca, e as cenas finais não couberam aqui. Como estava ansiosa para entregar a vocês esse capítulo, resolvi postar assim mesmo. O próximo capítulo será o último, e sinto aquela sensação de dever cumprido. Mesmo que minhas teorias Ohmiya tenham mudado muito no decorrer do último ano, acredito que Rendição ainda é uma obra de valor. Estou orgulhosa dela, e muito obrigada por todo esse carinho que recebi^.^


O carro adentrou na curva à direita. A direção firme de Kazunari fez Ohno sorrir. Os dois dirigiam-se para a cabana alugada por Sho e Aiba para a união.

Era incrível que aquele momento estivesse acontecendo. Enquanto lutava corajosamente contra os próprios sentimentos, Ohno foi cego ao que se passava a sua volta. Nunca desconfiou do relacionamento dos dois amigos, mas desde que conhecera a verdade, sabia que o casamento era o melhor para ambos.

Um amor tão intenso e duradouro merecia uma cerimônia... mesmo que fosse tão íntima.

Voltou novamente os olhos para Nino. Por conta de algum bloqueio, Satoshi nunca tirou a carta de motorista. Tinha simplesmente pavor do volante, mas Nino nunca se fez de rogado. Kazu amava dirigir, e Ohno amava o observar enquanto cumpria a tarefa.

-Sabe, Oh-chan... – Nino chamou sua atenção. – Eu acho que nós também devíamos nos unir nas montanhas...

Satoshi arqueou as sobrancelhas.

-Você sempre preferiu a praia... – observou. – Diz que é mais romântico...

-Mas também mais exposto – Kazunari constatou, sabiamente. – Muito fácil de paparazzos flagrarem. A montanha é simplesmente o ambiente perfeito para um momento tão íntimo...

-E secreto... – Ohno suspirou, completando-o.

Nino trocou de marcha, antes de virar o rosto para o namorado.

-Te incomoda o segredo, não?

-Eu gostaria de contar a todos – Ohno riu. – Não gosto de fingir...

-Seria loucura. E das grandes! Seriamos massacrados pela imprensa, e até pelas fãs...

-Eu sei...

Ohno voltou os olhos para a janela. Realmente, ele tinha consciência que a revolta seria sem precedentes. Uma coisa era a brincadeira fanservice. Outra era falar abertamente daquele relacionamento. No entanto, ao voltar os olhos para Nino, percebeu que valia a pena tentar. Logicamente, ainda não. Precisavam de mais estabilidade. Mas, com o tempo, Satoshi prometeu a si mesmo que iria adquirir coragem.

Alguns minutos depois chegaram a enorme choupana de madeira. O lugar havia sido reservado apenas para eles e poucos conhecidos. Uma discrição incrível se era nítida, afinal, nada levava a crer que naquele ambiente iria se realizar um casamento.

-Onde estão Sho-kun e Aiba-kun? – A voz de Nino o tirou do devaneio. – Eles não deviam estar aqui?

Ohno saiu do carro e aguardou Nino fazer a volta, postando-se ao seu lado.

-Eles devem estar dentro da casa... – comentou.

Naquele momento, a porta se abriu. Um irrequieto Matsumoto apareceu. Tao logo notou os amigos, foi em direção aos dois.

-Estão atrasados! – Avisou.

-O casamento não vai ser à noite? – Nino indagou.

-Será! – Jun concordou. – Entretanto, já que não podemos contratar um serviço terceirizado para alimentar os convidados, todos nós vamos ter que arrumar as mesas e fazer a comida.

Kazunari ficou boquiaberto.

-Eu não vou trabalhar de graça!

-São seus amigos!

-E daí? – Nino enrubesceu. – Eu vim aqui pra festejar, e não trabalhar. Ainda se me pagassem...

-Kazunari Ninomiya! – Jun esbravejou. – Você é incrivelmente avarento! Cale essa boca, e mãos a obra!

Dizendo isso, Matsumoto deu as costas a eles, e foi ate à cabana. Nino olhou Ohno, e ao ver o namorado dar os ombros, resolveu seguir o mais novo.

Lá dentro, o casal encontrou as mesas descobertas, e as louças dentro de caixas. Era uma sorte que não haveria muitos amigos presentes ao casamento, pois senão estariam perdidos.

-Pelo menos podiam ter contratados uns garçons... – Kazu resmungou. – E depois sou eu o "mão de vaca"!

-Não é uma questão de dinheiro, Nino-chan – Ohno sorriu ao amante. – É apenas para evitar vazamento de informações.

Mordendo o lábio inferior, enfim Nino resolveu parar com as reclamações.

-Onde estão os noivos? – Questionou a Matsujun, que estava afastado, colocando uma toalha sobre uma das mesas.

-Aiba está na cabana anexa aos fundos, se arrumando.

-Hum... e Sho?

-Não chegou ainda. Ele vai chegar só na hora do casamento.

O olhar de Nino pareceu interrogativo.

-Igual a uma noiva?

Matsumoto não resistiu, e riu.

-É o que parece.

-Sempre achei que Sho-chan fosse o ativo – Kazunari gracejou. – Pelo visto, me enganei.

-Eu sou o ativo!

Ao ouvirem a voz alta, como um trovão, olharam para a entrada. Observaram o rapper moreno, enrubescido, como se o assunto o incomodasse. Ao seu lado, a americana Audrey Morgan vinha com um embrulho nas mãos.

-Vocês ficam falando da minha vida íntima as minhas costas? – Sakurai parecia possesso.

-A gente pode falar na sua frente também – Jun o enfrentou. – O que está fazendo aqui? Você não iria vir só à noite? O sol nem se pôs ainda!

Audrey levantou o pacote, e respondeu no lugar do moreno.

-Masaki ligou à cerca de meia hora para o celular de Sho avisando que havia esquecido a camisa que usaria junto com o terno. Então, nós viemos trazer.

Jun desviou o olhar da mulher. Não a suportava. Depois de tudo o que ela havia feito contra eles, era difícil a encarar sem ficar desejoso de bater nela.

-Masaki está na cabana dos fundos – esclareceu à Sakurai, ignorando abertamente a Morgan. – É melhor que eu leve o embrulho, pois dizem que dá azar o noivo ver... – de repente estancou, pressentindo que falaria uma bobagem.

Porém, Kazunari não resistiu.

-O noivo ver o noivo! – Exclamou Nino, rindo.

-Querem parar de fazer piada do meu relacionamento? – Sho continuava vermelho. – Vou ir até Masaki. Não acredito nessas superstições idiotas!

Morgan seguiu Sakurai com passos rápidos. Não que ela não desejasse permanecer na sala, próxima de Nino, mas ficar na presença de Ohno ainda era muito difícil. E tampouco aquele tal de Matsumoto colaborava. Seu olhar de desprezo era capaz de afugentar até o mais bravo guerreiro.

Ergueu a mão e pousou-a no braço de Sho. O moreno a encarou, e sorriu-lhe. Aliviada, sentiu que estava segura enquanto Sho e Aiba estivessem ao seu lado.

-Não deixe que Jun a amedronte... – ele aconselhou, enquanto colocava a mão sobre a da mulher.

-Nada me amedronta – replicou.

Os dois ainda mantinham as mãos unidas quando entraram no quarto vazio. Seus olhos procuraram pelo homem de cabelos loiros. Nada de Masaki.

-Será que viemos à cabana errada? – Morgan indagou, preocupada.

-Essa é a única anexa à cabana principal – Sho negou.

O moreno foi até a janela, buscando algum sinal do amante. Lá fora, apenas arbustos e pássaros eram visíveis.

-Sho... – a voz de Audrey fê-lo virar-se a sua direção.

-Sim?

-Aiba... – ela mostrou um pequeno bilhete que estivera sobre a cama -, desistiu do casamento...

Durante alguns segundos a frase dela martelou na mente de Sakurai. O moreno imaginou se entendera algo errado. Mas, ao pegar o bilhete que a mulher lhe estendia, pode enfim compreender o porquê da afirmação.

"Perdão, Sho-kun... mas não posso fazer isso... eu não amo você...".

Sakurai permaneceu olhando o bilhete, mesmo após tê-lo lido quatro vezes.

-Eu lamento muito, Sho...

-Não lamente – o rapaz a encarou, firme. – Essa não é a letra de Aiba!

~~~~0000~~~~

A última coisa de que Aiba se lembrava era ter ligado para Sakurai tão logo percebera que esqueceu a camisa branca que usaria no seu casamento. Tão logo desligou o telefone, uma forte dor na cabeça o apagou.

Pareciam segundos desde que fechara os olhos. Entretanto, pela claridade faltante da janela, percebeu que ficou desmaiado por horas. O ambiente que estava era desconhecido, mas o cheiro floral dos lençóis da cama, tinha ciência que já havia sentido antes.

-O senhor acordou!

A voz feliz o fez virar o rosto para a porta. Jean Touga estava parado a entrada, com uma bandeja nas mãos.

-Eu fiz a sua janta... – o rapaz continuou, de forma natural, como se estivesse vivendo uma cena rotineira.

Touga o havia sequestrado! E para conseguir seu intento, havia lhe batido na cabeça! Como ele havia conseguido passar por Jun, e chegar até a cabana em que Masaki se encontrava, ainda era um mistério; mas, de alguma forma, Jean soube do casamento e impedira-lhe de se unir a Sho.

Possesso por uma raiva que nunca havia sentido antes, Masaki tentou se colocar de pé e avançar contra o mestiço. Uma corrente em seu tornozelo o impediu. Percebeu então cordas nas mãos também.

Estava preso! Como um animal, havia sido amarrado a uma enorme cama de ferro. E aquele lunático doente agora o observava com o olhar apaixonado. O estômago de Aiba se revirou, e o rapaz pensou que fosse vomitar todo o almoço aos pés de Jean.

-Não me olhe assim... – o francês lhe sorriu. – Eu o impedi de cometer o pior erro de sua vida. Sei que está com raiva agora, mas um dia vai me agradecer muito...

-Você é louco... – Aiba murmurou. – Completamente louco...

-Não é loucura – Jean negou. – É amor. Estou evitando que se una aquele homem que não sente nada pelo senhor. Sho Sakurai nunca o amou como eu amo... ele não pode lhe fazer feliz como eu posso...

-Não quero seu amor! – Aiba berrou, transtornado. – Me solte! Você não tem o direito de me prender aqui!

No entanto, Touga não parecia lhe ouvir.

-E ainda existe a Audrey... – continuou, indiferente aos olhos marejados de desespero do loiro. – Eu o vi com ela. Também sei que ela está morando na sua casa. Como pôde, senhor Aiba? Ela sempre o odiou, e agora o senhor a recebe dentro de seu lar! E a mim, que sempre o trouxe no coração, o senhor despreza!

-Doente... – Masaki balbuciava, como um mantra. – Você é doente...

-Chame do que quiser. Talvez realmente seja uma doença. Eu o amo há tanto tempo, e nunca consegui me livrar desse sentimento. Se for uma doença, não tem cura, porque eu jamais deixaria de idolatrá-lo. – O rosto de Jean adquiriu um tom pálido. – Vou fazê-lo muito feliz – prometeu.

-Me solte... – Masaki pediu, num tom baixo.

-Só quando o senhor compreender que é de mim que necessita. – Um rubor tomou sua face antes falar novamente. – Vai me desejar, senhor Aiba – afirmou. – Vai me desejar tanto quanto eu o desejo. E então faremos amor. E quando me tiver nos braços vai entender que tudo que acha que sente pelo Sho Sakurai é só um sentimento passageiro...

~~~~0000~~~~

-Por que você tem tanta certeza de que foi Touga Jean que sequestrou Aiba-chan? – Nino questionou.

O sol já havia se posto. A cabana ocupada pelos quatro membros do Arashi e por Audrey Morgan era o único ponto iluminado naquele lugar pacífico. Os convidados haviam sido comunicados por Matsumoto do cancelamento da cerimônia, e Karin já havia sido chamada. Enquanto aguardavam a presença da produtora da agência, tentavam entender tudo que estava acontecendo.

De início, quando compreenderam que o amigo havia sido sequestrado, Ohno, Nino e Jun tiveram que conter um possesso Sakurai, que queria ir até Touga imediatamente. Porém, através de Morgan, descobriram que o jovem havia se mudado de sua residência anterior para um endereço desconhecido. A americana comentou que havia tentado entrar em contato com ele para por fim aos planos, mas sem sucesso.

-Desde que notei sua fraqueza mental, usei disso a meu favor. Jean é completamente obcecado por Masaki. E fiz o possível para usufruir desse sentimento de afeto e idolatria. Incentivei seus sonhos e fantasias, e sei que ele não simplesmente abandonaria sua paixão. Então é provável que estivesse oculto, observando tudo nessas últimas semanas.

Audrey respirou fundo antes de continuar:

-Jean é transtornado, mas não é bobo. Se estiver seguindo Aiba, deve ter notado os preparativos desses dias.

Um silêncio incômodo se formou por alguns segundos. Foi Jun, que num tom alto, se manifestou:

-E quem pode nos garantir que tudo não foi armado por você? – Dirigiu-se a Audrey. – Como ele poderia saber do casamento? E como ele poderia saber da cabana? Ninguém sabe onde nós estamos. Alguém deve ter contado pra ele, e esse alguém é você.

Apesar da pose de badboy do homem ser verdadeiramente intimidante, tudo que ele conseguiu de Audrey foi que a sobrancelha direita dela erguesse, em escárnio.

-Não ajudei Jean. Tenho minha consciência tranquila em relação a isso. Você acredita se quiser, não vou tentar convencer ninguém.

O membro mais novo do Arashi chegou a abrir a boca para retrucar, mas Sakurai foi mais rápido.

-Eu acredito – encerrou o assunto. – Além disso, se Jean estivesse nos seguindo, era fácil perceber o que se passava.

-O que quer dizer? – Jun indagou.

-Não me preocupei em esconder nada – Sakurai admitiu. – Eu até brinquei com o assunto numa entrevista de rádio. Se ele estava ouvindo, entendeu o recado.

Sakurai baixou a fronte, culpando-se pela negligência. A verdade crua era que havia menosprezado Touga – o esquecido, até -, e agora pagava pelo seu erro. Só Deus sabia o que aquele maluco estaria fazendo com Aiba.

Um desespero maior ainda o tomou, e gritaria de angustia, se não fosse pela entrada obtusa de Karin.

-Pelos céus, que história é essa de sequestro? - a oriental questionou tão logo seus olhos encontraram os dos jovens.

Saindo de seu canto, Sho correu até ela, e a prendeu nos braços.

-Diga-me que possui o atual endereço de Touga Jean! – berrou.

-Jean? – a confusão era nítida nos olhos puxados. – O que Jean tem a ver com isso?

~~~~0000~~~~

O vento gelado bateu contra os cabelos negros de Sakurai. Seu medo só não era maior que seu desespero de ver Masaki.

Olhou para o lado. Os amigos e as duas mulheres estavam com ele. Parados na esquina da rua onde Jean residia, aquele grupo era incomum. Havia sido uma sorte enorme que, ao encerrar a ficha no departamento pessoal, a atendente havia pego o endereço do jovem para qualquer eventualidade.

O cenário era aterrorizante. A via pública era estreita, e as casas eram mal construídas, para o padrão oriental. A iluminação era escassa e um silêncio arrebatador tomava conta de tudo. Sho arrepiou-se, mas precisava ser corajoso.

-O que estamos esperando? – indagou, e começou a se distanciar do carro.

-Espere! – Morgan o puxou. – Deixe que eu vá! Jean odeia você, e está transtornado. Ele pode tentar algo...

-Não tenho medo dele! – Sakurai rebateu.

E desvencilhando-se da garota, partiu em passos rápidos em direção a casa.

Naquele instante Morgan percebeu que, qualquer que fosse o embate que ocorresse na casa de Jean, Sakurai seria o vencedor.

~~~~0000~~~~

Masaki abriu os olhos tão logo Touga Jean entrou no quarto. Percebeu que o rapaz havia se banhado, e agora vestia apenas um robe escuro. Assustou-se imediatamente quanto aos planos do mestiço. Preso naquele ambiente, amarrado na cama, e fraco pelo desespero, sabia que não seria um grande desafio a quaisquer que fossem os planos de Jean.

-Sentiu minha falta, senhor Aiba? – Indagou com a voz melodiosa. – Estou usando seu shampoo – contou. – Sei que gosta do cheiro.

Masaki continuava mudo. Os olhos demonstravam o quanto estava apavorado.

-Sabe como sei qual é seu shampoo favorito? Observei seu camarim... – sorriu. – Também li cada entrevista que deu em todos esses anos. Sei tudo do senhor, desde seus hábitos mais simples até suas maiores excentricidades.

O rapaz se aproximou ainda mais. Masaki estava sentado na cama. Sua postura frágil e desprotegida excitou ainda mais o francês.

-Amo-o tanto... – sussurrou Jean. – Fiz questão de saber cada detalhe de seus gostos e escolhas, apenas com o interesse de fazê-lo feliz...

Quando a mão pálida do rapaz tocou a face lisa de Aiba, o loiro se encolheu. Ao perceber Jean ajoelhando-se à sua frente, estremeceu de nojo.

-Está com medo? – O tom baixo era quase uma carícia. – Não deve! Vai me amar, Masaki...

Era a primeira vez que Jean o chamava pelo primeiro nome. Aiba, de alguma forma, sabia que aquela simples ação quebrava a barreira que mantinha Touga afastado. Ao chamar-lhe assim, Jean assumia uma intimidade que nunca havia existido entre eles.

Ainda pensava nisso, quando a boca de Jean capturou a sua, esmagando-a. Em pânico, Masaki tentou se desvencilhar, mas as cordas que mantinham seus pés e mãos atados, o impediram de empurrar o rapaz.

-Não! – gritou. – Me solte!

Foi inútil. Touga ignorou os apelos. Aliás, tudo naquele jovem parecia modificado. Nada da fragilidade demonstrada tantas vezes para o ídolo no camarim. Ao contrário, Jean agora mais parecia um animal forte e indestrutível enquanto o deitava na cama e avançava com rudez para cima do loiro.

-Não! – Repetiu.

Dessa vez, de alguma forma, conseguiu afrouxar uma das cordas da perna, e chutar Jean. Só quando sentiu o gemido do outro, foi que pensou se havia sido uma boa ideia aquela atitude. Ao se encararem, Masaki percebeu um olhar demoníaco que nunca havia visto no outro.

-Cretino! – Jean o esbofeteou. – Como ousa me chutar? Como ousa se negar aos meus sentimentos?

Outro soco. E outro. E uma sucessão de tapas. Era bem verdade que Masaki preferia apanhar a ser molestado, mas logo viu que o plano de Jean voltava a ser praticado. Ao sentir a corda que afrouxara voltar a ser presa com firmeza, começou a chorar.

-Não! Não, por favor! – implorou. – Por favor, não faça isso!

Aquelas lágrimas apaziguaram momentaneamente a raiva do outro.

-Não chore, amor... – Touga lambeu o queixo de Aiba. – Você vai gostar... – prometeu.

As mãos firmes de Jean arrancaram a calça de Masaki, e logo Touga se postou no meio das pernas de Aiba.

-É tão bonito e macio... – constatou, com a voz excitada. – Vou me perder aí dentro.

Masaki gritou quando sentiu o membro duro e firme de Jean colocar-se à sua entrada. Preparou-se para o pior e fechou os olhos, chorando alto.

No entanto, o mestiço não conseguiu seu intento. No instante que ouviu o grito agoniado de Masaki, Sho arrombou a porta e adentrou pela casa correndo. Ao chegar ao quarto, encontrou o namorado deitado na cama, com a face coberta de sangue e aquele monstro tentando estuprá-lo.

-Vou te matar, desgraçado!

Arrancando Jean de cima de Masaki, atirou o jovem contra a parede, desferindo chutes e socos. Cego, não percebeu que Nino, Audrey e Karin correram até Aiba para soltá-lo, e que Jun e Ohno tentavam contê-lo, sem sucesso.

-Sakurai! – Jun berrou. – Você vai matá-lo!

Só quando Ohno e Jun o puxaram com força para trás, quase o derrubando, foi que a razão voltou a Sho. Com os olhos esbugalhados, percebeu Jean no chão, com o rosto transfigurado pela agressão.

-Ele vai pagar na justiça por isso! Vamos chamar a polícia! – Ohno avisou.

Uma voz baixa, sussurrada e triste se fez ouvir:

-Não podemos... o escândalo...

Era Aiba.

Era um Aiba muito diferente daquele habitual, feliz e sorridente. As palavras pareciam engasgadas, e o olhar estava mortificado. Como um zumbi, Sho correu até ele, e o abraçou.

~~~~0000~~~~

Os dedos de Sho deslizaram pela face pálida do amante. Masaki dormia profundamente. Haviam medicado o rapaz tão logo passou por exame de corpo e delito na delegacia. Com algum dinheiro, a agência conseguiu o máximo possível de sigilo sobre o que havia acontecido, e após uma longa conversa com Karin, decidiram que o melhor seria a deportação para o francês. Um processo poderia cair no conhecimento da imprensa e aquele triste episódio virar capa de tabloides.

Era madrugada quando enfim chegaram ao apartamento de Masaki. O loiro deitou na cama, e chorou baixinho por alguns minutos até apagar completamente. Os amigos ficaram todos no quarto, o observando, emudecidos e perplexos demais para esboçar qualquer comentário.

-Vou fazer um café... – comentou Audrey após algum tempo, e se retirou.

Movendo a cabeça, Jun sugeriu aos outros dois para também sair do quarto. Tanto Ninomiya quanto Satoshi entenderam instantaneamente a importância de permitir que Sakuraiba ficasse a sós.

Tão logo a porta se fechou, Sho passou o braço pela cintura do namorado e o puxou contra si. Ficou sentindo a respiração tranquila de Aiba contra o rosto, meditando em tudo que deu errado.

Aquela noite deveria ter sido a de núpcia deles. Infelizmente, estava sendo uma das piores noites que já haviam passado.

-Sho-kun...

Encarou Aiba. Percebeu que o gesto de pousar a mão sobre o loiro, o acordou.

-Estou aqui, amor...

Mordendo o lábio inferior, o loiro disse:

-Senti tanto medo...

-Eu sei. Isso nunca mais vai acontecer. Nunca mais vou deixar ninguém fazer mal a você – prometeu.

Lágrimas inundaram os olhos de Masaki.

-Por que as pessoas são tão más, Sho-kun?

Passando as mãos nas costas de Aiba, num carinho confortador, o moreno respondeu com sinceridade:

-Não sei o motivo, meu amor. Mas, por favor, não perca a fé que você tem na humanidade pela atitude isolada de um transtornado...

Deslizando a mão espalmada pelo rosto de Sho, Aiba traçou os traços marcantes do nariz, boca e queixo.

-Obrigado por me salvar... – murmurou.

Um pequeno sorriso surgiu nos lábios generosos do moreno.

-Obrigado por existir... – respondeu.

E ficaram naquela posição até o sol raiar.

CONTINUA...
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Ter Jul 13, 2010 6:47 pm

aaa naoooo ta acabando T_T
nao sei se isso é bom ou ruim
sempre fico triste com terminos de fic, mas feliz ao mesmo tempo
ah td bem, termina uma, vem outra né xDD
uma hora teria q acabar
Ahaa sabia tinha q ter sido Jean pra escrever um bilhete daqueles, é claro q Aiba jamais diria q nao ama o Sho
ah mas esse Jean hein
q maldito grrr
cmo se atreveu a fazer isso com o Aiba grrr
mais!!!
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Ter Jul 13, 2010 7:22 pm

Naraaaa
Rendiçao vai ter livro 2 ^^
amada, nossa, mto obrigada pelo carinho. Fico mto feliz q o trabalho tenha sido tao feliz em ter leitores tao queridos^^
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Qui Jul 15, 2010 2:57 am

aaaa vai ter o 2 é *----*
obaaa continuaçao uhuu
*solta fogos de artificio*
brigada por essa noticia maraa *---*
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Qui Jul 15, 2010 4:48 pm

JOSI,ACHEI VC!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
FINALMENTE, vc saiu do arachikut,mas nao tem prol nao agora que te achei de vou ficar no seu pe,nao suma desse jeito...

ai que felicidade ler rendiçao de novo, que saudade estava dessa fic, pena que esta acabando
serio,estou chorando de emoçao aqui, que capitulo lindo, tadinho do Aiba, aquele frances infeliz dos infernos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

ai Josi, nao me canso de dizer que essa eh a melhor fic que ja li na vida
parabens
bj
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Qui Jul 15, 2010 5:40 pm

renata chan escreveu:
JOSI,ACHEI VC!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
FINALMENTE, vc saiu do arachikut,mas nao tem prol nao agora que te achei de vou ficar no seu pe,nao suma desse jeito...

ai que felicidade ler rendiçao de novo, que saudade estava dessa fic, pena que esta acabando
serio,estou chorando de emoçao aqui, que capitulo lindo, tadinho do Aiba, aquele frances infeliz dos infernos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

ai Josi, nao me canso de dizer que essa eh a melhor fic que ja li na vida
parabens
bj



Huahauaahauahaua

Renataaaaaaaaa
Amada, eu sai, mas eu achei que todas as meninas do chikut sabiam que rendição esta em varios sites... então nao me preocupei... hehehe... desculpe fazer vc procurar^^ fiquei feliz que vc tenha gostado do cap... uma pena que sakuraiba nao casou... mas eu gostei pacas do desfecho^^

Brigadaaaaa pelo carinho
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Seg Ago 02, 2010 2:47 am

Rendição
Capítulo XXXXII
Final
Por Josiane Veiga
Nota da autora: Pois é, povo! 42 capítulos. Nem acredito que consegui finalizar, já que eu sempre sofro pra terminar uma fic. Não sei explicar direito o sentimento por Rendição. Essa fic me deu muito... Mas, enfim, o trabalho está pronto, e me sinto recompensada por ele. É um prazer contar uma história assim, e só não trabalho em tom de despedida pelo motivo que Rendição terá livro 2! Obrigada a todos que acompanharam essa humilde história ^.^
Ah, e pra comemorar, conto: Rendição já está no fandom americano, não é maravilhoso? Traduzida pela minha amada Nina^^ estou mtoooo feliz e sem palavras para agradecer a Nina pela dedicação e amor. E obrigada a todas as leitoras, mais uma vez!


Dois meses depois.

-Você vai mesmo voltar aos EUA? – Sho questionou. – Tem certeza que não quer ficar?

A morena levantou os olhos para o rapaz a sua frente. Estavam os dois bebericando um suco no restaurante do estúdio de televisão.

-Acredito que devo recomeçar minha vida... – Audrey comentou, num suspiro. – Pretendo começar um curso de artes cênicas, e dedicar algum tempo para o voluntariado.

-Vai se tornar voluntária?

-Conversei com Misao, a freira, na última semana, e ela me sugeriu trabalhar em alguma entidade que dê apoio psicológico a crianças vítimas de abusos...

Sho deu um meio sorriso.

-Sempre quis fazer isso – a voz masculina estava baixa.

-Eu sei... – Audrey piscou. – Esqueceu que somos almas gêmeas?

A gargalhada cética dos dois soou por todo o restaurante, chamando a atenção das demais pessoas presentes.

-E Aiba? – ela mudou de assunto.

-Ainda está difícil... – a expressão de Sakurai se tornou sombria. – Masaki está traumatizado, e não quero insistir.
Ontem à noite me aproximei dele na cama, e o vi quase saindo correndo porta afora...

A mulher apoiou os dois cotovelos na mesa, e segurou o queixo com as mãos.

-Chegou a hora de você provar que o ama... – disse.

-Como assim? – As sobrancelhas de Sakurai se ergueram, questionadoras.

-Dizer que ama quando se está tudo bem, é relativamente fácil. Ainda mais com alguém tão encantador quanto Aiba. Mas, aceitar um momento difícil, e ficar ao lado dele enquanto ainda está fragilizado pelos acontecimentos, é que vai provar seus verdadeiros sentimentos...

Sho aquiesceu, reconhecendo a validade dos argumentos. Morgan estava certa quanto aquilo. Ele iria esperar Masaki, nem que fosse pela vida toda...

Subitamente a cadeira ao lado dele foi afastada, e Jun sentou-se nela. Logo Ohno e Nino também se aproximavam.

-E então? – Nino encarou Audrey. – Já contou a Sho-chan?

O rapper olhou para Audrey.

-Contar o quê?

-Que iria embora... – esclareceu, e após virou-se para Nino. – Por que estava tão preocupado com isso?

Nino deu os ombros. Iria começar a explicar que ficava preocupado pela possibilidade de Sho não aceitar se afastar da garota que assumiu guardião, quando percebeu o olhar assombrado do outro.

-Sho-chan? – Murmurou. – O que foi?

Porém, Sakurai não o respondeu. Voltando-se para Morgan, começou:

-Você contou que iria embora pra eles antes de falar comigo?

Ohno gemeu, e Jun virou os olhos.

-Só pro Nino – Morgan balbuciou.

-E por que pra ele? Por acaso não sou seu melhor amigo? Por que Kazunari foi avisado antes de mim?

A boca de Audrey se abriu, mas voltou a se fechar. Como ela parecia surpresa demais pra responder, foi Ninomiya que rebateu:

-Céus, era só o que faltava mesmo! Você vai começar a sentir ciúmes da Audrey? Já não bastam os escândalos que você faz quando alguém fala com o Aiba? Ou quando alguma modelo tenta tocar no Jun? Ou ainda...

-Eu não faço isso! – Sakurai o interrompeu, negando sua personalidade possessiva.

-Você faz isso sim! – Nino afirmou.

-Não faço! – A birra de Sakurai parecia cada vez mais intensa.

Irritado com aquela conversa, Matsumoto bateu palmas, interrompendo aquela estranha briga. Quando percebeu toda a atenção se voltando para si, sorriu.

-Podem parar com isso? Vocês não vão atrapalhar a notícia maravilhosa que essa garota – apontou para Morgan – acaba de nos dar! Você vai mesmo embora? – A questionou. – Quando? Por favor, diga que vai ainda hoje! – pediu.

O olhar assassino com que Morgan o encarou não fez Matsumoto recuar.

-Mal posso esperar pra te ver pelas costas – a provocou.

-Pra seu desgosto, vou apenas na próxima semana – retrucou.

-Mas pra que esperar tanto?

-Jun-chan... – Ohno o chamou.

-Tipo – Jun ignorou o líder -, se você quer ir, poderia ir hoje mesmo, não?

-Tenho assuntos a resolver...

-Quais?

-Não é da sua conta!

Diante da resposta, Matsumoto se colocou de pé. Logo Sakurai estava ao lado dele, tentando contê-lo caso partisse pra cima da mulher.

-Vaca! – Jun exclamou.

-Se agir como um imbecil te faz sentir melhor, pode me xingar a vontade! Não vou me rebaixar ao seu nível.

Por algum motivo, o fato de que sequer tê-la irritado com seu xingamento, fez Jun sentir gana de estrangular aquela garota. Como podia existir alguém tão insuportável assim no mundo? Cada vez que a olhava sentia o sangue ferver.

Era verdade que desde que Jean foi deportado, os dois haviam se encontrado pouco. No entanto, a cada encontro, só faltavam se atracar às tapas.

-Nunca vou engolir essa história de que você tenha se tornado um anjinho. Acha que sou idiota? Você pode enganar os outros, mas a mim não engana!

-Para com isso, Matsumoto-san! – Sakurai ralhou.

-Não me lembro de ter pedido para você acreditar em mim. – A mulher se colocou de pé. – Aliás, ainda me pergunto o porquê desse teatro todo, já que não me interessa nem um pouco a sua opinião.

-Querem parar com isso? – Nino se levantou e se pôs entre Audrey e Jun. – Está tudo tão tranquilo! Por que insistem em tentar destruir essa paz?

Quando os olhos de Kazunari se encheram de lágrimas, tanto Jun quanto Audrey sentiram vontade de se aproximar, e consolá-lo. Entretanto, antes que sequer conseguissem esboçar uma reação, Ohno Satoshi correu até o namorado.

-Não fique assim, meu amor.

A forma com que Ohno tocou a face de Nino machucou tanto o coração da americana, quanto do mais novo membro do Arashi. No entanto, a reação deles perante a cena foi diferente. Morgan desviou os olhos para baixo, e observou o chão, afastando os pensamentos do ciúme louco que tomou conta do seu semblante. Matsumoto, porém, não conseguiu ser tão discreto.

-Eu preciso ir... – murmurou, baixo.

E saiu em disparada, ignorando o olhar assombrado dos amigos.

-O que houve com ele? – Indagou Sho, que ainda desconhecia a verdade sobre o amigo.

Morgan não respondeu, apesar de saber muito bem a resposta. Foi Nino que, consciente do que fizera, se manifestou:

-Vou atrás dele...

Não deixando espaços para questionamentos, o rapaz saiu ao encalço do amigo.

~~~~~~~~0000~~~~~~~~

Apesar de Matsumoto ter sumido da agência, Nino sabia exatamente onde o moreno estava.

Jun era o mais jovem dos cinco. Dessa forma, muitas vezes, sentiu-se deslocado entre os amigos que amava como irmãos. Uma vez, confessou isso a Nino, admitindo que sempre que a tristeza aparecia, ia até um parque afastado do centro, que tinha um belo lago e um pôr do sol fabuloso, para tranquilizar a mente.

Assim, ao estacionar o veículo na entrada do lago, não foi surpresa para Kazu avistar Matsumoto ao longe. O amigo estava sentado em cima de um banco branco, absorvido pela vista. O vento havia desmanchado o penteado que ele cuidadosamente havia feito, e as mechas escuras caiam sobre sua testa.

Nino sorriu ao sair do carro.

Lembrava-se vagamente de na adolescência sentir um ciúme doentio daquela beleza impressionante. Quando percebeu que aquele menino arrogante estava apaixonado por Ohno, preocupou-se. Em beleza, ninguém no mundo poderia se comparar a Jun; entretanto, para sua sorte, Ohno amava Nino ao ponto de não notar ninguém mais a sua volta.

Começou a caminhar em direção a Matsumoto. Amava o amigo e não queria feri-lo. Pensou se fosse o contrário, teria ele a mesma hombridade de Jun? Se Ohno tivesse escolhido Matsumoto, Kazu teria a coragem de reprimir aquela paixão como Jun fazia com tanta decência?

-Jun-chan? – O chamou assim que chegou ao seu lado.

A face de Jun demonstrou surpresa ao ver o outro se aproximando.

-Nino-chan?

O sorriso de Kazunari acalmou Jun. Logo o mais baixo sentava-se ao lado do amigo.

-Incrível como os lugares mais simples são os mais espetaculares, né? – Kazu comentou, observando o lago.

Concordando, Matsumoto indagou:

-Por que está aqui?

-Você saiu correndo do restaurante – Nino explicou. – De alguma forma eu sabia que estaria aqui.

Mordendo o lábio inferior, Jun baixou a face.

-Me desculpe, Nino-chan – o tom era constrangido. – Não queria demonstrar...

-Inveja?

Apesar da palavra pejorativa, a pronúncia foi tão amistosa que Jun obrigou-se a concordar.

-Não é ruim sentir inveja, Jun-chan – Nino começou. – Eu também invejo você...

-Você?

-Sim, você é tão lindo que dói os olhos, tem a maior parte das fãs, e dança muito melhor do que eu. Também se sai melhor nas novelas, e é muito mais forte de caráter do que eu...

Jun moveu a cabeça, negativamente.

-Isso não é verdade!

-Claro que é! – Nino afirmou. – Eu sei disso, e você também sabe. A nossa “inveja” no fundo é apenas admiração. Só isso, Jun-chan! Nós dois sentimos ciúmes um do outro, mas também nos amamos. Um sentimento não anula o outro.

-Não compreendo aonde você quer chegar...

-Quero dizer que somos humanos, e não super-heróis!

Jun sorriu diante daquela explicação. Era estranho amar tanto alguém como Ohno, e ao mesmo tempo ser tão devotado a Kazunari. Devagar, pousou a mão atrás da nuca de Nino, e num momento firme o puxou contra si, pousando os lábios em Kazu, num instante magico e inesquecível.

-O que foi isso? – Nino riu tão logo as bocas se desgrudaram.

-Sempre quis fazer isso... – Jun admitiu. – Só pra saber como era beijar você de surpresa!

Aquele não era o primeiro beijo deles. Anteriormente, de brincadeira, os dois já haviam dado selinhos um no outro. No entanto, aquele beijo era diferente. Era como um ato de cumplicidade, de amizade restaurada.

Os olhos de Nino umedeceram. Antes, porém, que pudesse derramar alguma lágrima, Jun o abraçou.

-Arigatou... – sussurrou.

-Eu te amo, Jun-san... – Nino confessou. – Um dia você vai encontrar alguém que vai te fazer muito feliz!

Matsumoto riu.

-Sim – confirmou. – Além disso, o Oh-chan é meio lento, dorminhoco, e adora viver a vida sem nenhuma aventura. Realmente, seria tão chato ser namorado dele...

Kazunari gargalhou.

-É... – admitiu Nino. – Acho que só eu mesmo pra suportar...

Os dois voltaram a rir. Era uma sorte que Ohno não estivesse ali, afinal, com certeza o Riida não gostaria do assunto.

-Mas, Nino-chan... – Jun recomeçou, os olhos tristes -, no fundo acredito que essa pessoa não existe. A maioria das pessoas é tão desinteressante, tão previsível. Não consigo me apaixonar por gente assim...

-Não fale assim... – Nino reclamou. – Sua cara-metade está em algum lugar, só a espera de ser descoberta...

Jun fez uma careta.

-Isso foi tão Aiba! – Exclamou.

-Não me ofenda! – Nino riu.

-Aqui no Japão eu tenho certeza de que minha alma gêmea não está. Na minha ânsia de esquecer o Riida, eu procurei o amor em vários lugares. Creia-me, não o achei.

Kazunari gargalhou.

-Se não está aqui, você precisa cruzar o oceano... - sussurrou.

E os dois voltaram a se abraçar, preenchendo aquele vazio com a amizade que os unia.

~~~~~~~~0000~~~~~~~~

Sakurai entrou pela porta do apartamento de Masaki carregando sacolas de comida. Ainda no estúdio, Aiba ligou para ele, pedindo que passasse em algum mercado e comprasse mantimentos, já que os da casa estavam acabando.

Ao olhar em volta, não encontrou o namorado as vistas. Caminhou até a cozinha, e colocou as sacolas sobre a mesa. Iria começar a guardar a comida, quando um som na sala o fez voltar.

-Olá amor... – cumprimentou Masaki.

Os olhos de Sakurai então viram o loiro trancar a porta. Logo após, assombrado percebeu que Aiba atirou a chave pela janela mais próxima. Por alguns segundos, ficou emudecido, completamente surpreso pela atitude de Aiba. No entanto, logo recuperou a fala.

-O que você fez?

-Estou sequestrando você! – Masaki respondeu.

A forma simples e direta com que disse isso despontou um sorriso caloroso nos lábios de Sho.

-Como?

-Temos três dias de folga. Então, tranquei a porta, cortei os cabos do telefone, e nos deixei presos e incomunicáveis por esses três dias.

Compreendendo, Sakurai riu.

-E quando terminar os três dias, como sairemos daqui?

-Eu tenho uma chave reserva... Mas não vou te contar onde está! Então, acostume-se: você é meu prisioneiro...

Aquela imagem era tão doce quanto erótica. Entretanto, Masaki não tinha o menor jeito para “sequestrar” alguém, afinal, o plano perfeito dele teve uma pequena, mas decisiva falha. Pousando a mão no bolso da calça, Sho mostrou o aparelho celular ao namorado. Percebeu o olhar de desalento que recebeu, entregou-o a Aiba.

-Tome. – Assim que Masaki pegou o celular, disse: - Desligue e guarde. – Um sorriso safado se manifestou ao continuar: - Sou todo seu.

Quando Aiba o abraçou, Sho apertou aquele corpo magro e frágil contra si, sentindo todo seu organismo se manifestar a presença deliciosa do amante. O estremecimento que se seguiu deixava claro o quanto Sakurai estava ansioso para tornar o relacionamento deles normal novamente.

-Me perdoe por esses dois meses, Sho-kun... – Aiba pediu. – Vou me esforçar pra ser um bom namorado novamente...

-Você é o melhor namorado do mundo – Sho beijou o pescoço alvo. – Eu te amo – confessou.

-No entanto, sei que você sofreu por minha causa...

Ansioso para derrubar logo as barreiras que Masaki havia erguido, disse sério:

-Chegou a minha hora de provar meu amor para você – seu ego se inflamou ao continuar. - Dizer que o amo é relativamente fácil. Ainda mais porque você é tão encantador. Mas, aceitar um momento difícil, e ficar ao seu lado enquanto ainda está fragilizado pelos acontecimentos, é que vai provar meus verdadeiros sentimentos...

Ao perceber o olhar lacrimejante do namorado, a mínima culpa que sentiu por estar usando o argumento de Audrey em favor próprio, foi completamente esquecida.

-Que romântico, Sho-kun...

Quando Masaki o arrastou para o quarto, Sakurai orou secretamente para que o amado nunca descobrisse que aquele pensamento não era dele...

~~~~~~~~0000~~~~~~~~

Ao entrar no apartamento, Nino tirou o casaco verde. Largando-o num canto, começou a revirar a correspondência, enquanto chutava as botas dos pés e reclamava das contas de energia elétrica que havia aumentado alguns ienes.

Instintivamente sabia que não estava sozinho, e apenas sorriu ao ver Satoshi surgir da cozinha, vestindo um avental.

-Okaeri...

-Nino-chan? Achei que fosse chegar mais tarde...

Suspirando, o moreno aproximou-se de seu líder e deu um rápido beijo nos lábios carnudos.

-A atriz com quem contraceno no meu atual drama – Nino explicou – teve uma crise de enxaqueca e por isso
as nossas cenas foram adiadas para amanhã...

-Mas amanhã nos iriamos viajar... – Ohno comentou.

Kazunari suspirou. A vida real deles era tão cheia de compromissos. Nas últimas semanas mal haviam tido tempo para se verem. A ideia de uma curta estadia em uma casa alugada no interior havia sido de Nino; porém, mais uma vez os planos teriam que ficar para depois.

-A culpa não foi minha, Oh-chan... – suspirou.

Fazendo bico com a boca, Ohno deu as costas e começou a caminhar em direção ao quarto.

-Tudo bem, Nino... – disse. – Vou pegar as minhas malas e voltar pra casa...

Os dois ainda não moravam juntos. Satoshi havia trazido as roupas para a casa de Kazunari apenas com a intenção de viajar com o amante no dia seguinte. Indo atrás do mais velho, Kazu o seguiu até o quarto.

-Por que voltar? Passe a noite aqui...

-Não!

A negativa foi tão firme que Nino se assustou.

-Sato... – chamou. – Por que está tão zangado?

Naquele instante, Ohno já estava recolhendo as malas, mas parou imediatamente e voltou-se para Nino.

-Você prometeu que iriamos ter um tempo só pra nós! – Reclamou.

-A culpa não é minha, Oh-chan... Você sabe como é nosso trabalho...

-O problema não é o trabalho, Nino! – Ohno ralhou. – O problema é que você não se esforça para ter um tempo sobrando comigo. Por que não reclamou com o diretor que você estaria ocupado no final de semana? Por que não pediu para adiarem mais dois dias as gravações?

Nino ficou mudo. Na verdade, se fosse sincero consigo mesmo, admitiria que não se esforçara para mudar a opinião do diretor da novela. Não pensou nos sentimentos de Ohno, e uma leve culpa o tomou.

-Vou te recompensar... – prometeu.

-Como?

-Ainda não sei, Oh-chan...

-Então só me procure novamente quando souber a resposta!

E Satoshi saiu do quarto, deixando um Nino boquiaberto para trás.

~~~~~~~~0000~~~~~~~~

Quando o relógio marcou duas da manhã, Satoshi desistiu de dormir. Virou-se de um lado para o outro durante cada minuto desde o momento que deitou na cama, e contou inúmeros carneiros imaginários sem o menor sucesso.

Que decepcionante!

Se fosse sincero consigo mesmo, saberia que o que mais desejava era ter ficado ao lado de Kazunari, aproveitando aquela noite amena com romantismo e amor. E, aliás, era exatamente este o plano. No entanto, o namorado não pareceu levar tão a sério o compromisso deles, já que, sem culpa, cancelou a viagem deles para trabalhar.

Os dois sabiam que tinham vários compromissos. E foi muito difícil conseguir um final de semana livre na agenda dos dois. Portanto, nada mais natural que Ohno se sentisse traído.

Suspirou, sentando-se na cama. Ao longe, deitado no tapete, estava seu cachorro. O cão ressonava tranquilo, alheio ao desespero de seu dono.

Olhou para baixo. Com raiva percebeu que o membro não era leal ao seu cérebro. Enquanto a mente estava zangada com o namorado, o outro estufava a calça do seu pijama.

Ohno e Nino não haviam feito sexo na última semana. Cheios de trabalho, chegavam a noite tão exaustos que nem o mais potente afrodisíaco poderia despertar algo. Satoshi não havia se preocupado com isso, afinal, levava aquele breve afastamento como uma preliminar. E, durante toda a semana, pensava na sexta a noite, quando encontrasse o moreno, e fizesse o sexo mais maravilhoso da sua vida.

Porém, a meia noite já havia passado, e ele estava sozinho em sua cama, sofrendo pela raiva e pelo desejo sexual reprimido. Pensava nisso quando sentiu o celular vibrar na cabeceira.

-O que você quer? - Indagou ao atender.

Um pequeno silêncio se fez antes de Kazunari responder.

-Oh-chan, estou à porta. Por favor, desça e abra pra mim...

Ohno sentiu o sangue ferver de raiva e paixão ao ouvir súplica tao doce e frágil. Inferno que ele não conseguia resistir!

Em um minuto, Satoshi abria a porta frontal da residência dos Ohno.

-Por que veio atrás de mim? - Questionou.

-Oh-chan... não fique tão zangado – Nino pediu. - Sabe como é difícil nosso trabalho. Não tive escolha... o contrato...

Ohno interrompeu a explicação.

-O contrato diz que você teria esse final de semana de folga!

-Eu sei... eu sei... me perdoa...

Para derrubar as barreiras de Ohno, Nino o abraçou, apertando seu corpo contra a massa firme e musculosa. Sorriu discretamente ao sentir o volume evidente das calças se pressionando contra seu abdômen. Gemeu baixinho, de forma feminina, ao se apertar ainda mais contra o mais velho. Sabia que isso enlouquecia Ohno, e não se fez de rogado.

-Deixa eu fechar a porta... - ouviu Satoshi.

Só então Nino percebeu que estavam a entrada. Rindo, observou Ohno passando as trancas na porta em tempo recorde, e abriu os braços ao ver o namorado se indo até ele.

-Ainda não te perdoei... - Ohno avisou.

-Então me puna...

Satoshi não resistiu. Puxando Nino contra si, o ergueu nos braços e o levou escadas acima. Tentavam não fazer barulho para não acordar ninguém, mas era difícil conter os gemidos que escapavam quando sentia os belos lábios de Kazunari lambendo-lhe a têmpora.

-Kazu, você é uma peste... - sussurrou. - Pelo menos espera chegarmos ao quarto...

A risada deliciosa de Nino quase o fez correr. Quando enfim entraram no ambiente privativo, Ohno largou Nino na cama e correu para trancar a porta. Depois voltou-se para a imagem tentadora a sua cama.

-Você não tem ideia do quanto é bonito... - murmurou.

-Vem cá, Oh-chan...

Apesar da briga anterior, não foi preciso chamar duas vezes. Satoshi se aproximou e sentou-se ao lado da cama, com os olhos fixos em Kazunari.

-Quero brigar com você – reconheceu. - Me sinto rejeitado quando você desmarca comigo por causa de compromissos profissionais – assumiu, e continuou: - Mas, ao mesmo tempo quero amar você até morrer de tanto amor...

Ah, Nino sabia disso! E sabia muito bem! Sentia o mesmo por Ohno. Não era um amor fácil, pois muitas vezes se tornava tão intenso que chegava ao ponto de doer.

-Faça amor comigo devagar, Oh-chan...

"Não será fácil fazer devagar, se cada vez que o olho fico excitado", Satoshi pensou, irritado.

Talvez fosse por causa disso que Nino não levava tão a sério aquele relacionamento. Eles mal conseguiam dialogar. Quando se viam, já iam tirar as calças e transar.

-Ah, Nino... - chamou. - Quer conversar? – perguntou ansioso.

Entendendo errado a questão, Nino sussurrou, encantador:

-Quero...

-Bom... – limpando a garganta, continuou: - Não tem chovido muito ultimamente.

"Satoshi, seu imbecil", uma voz dentro de si gritou, "você é ridículo!"

-Oh-chan, você não vai fazer amor comigo?

Tentando manter toda a calma possível, Ohno voltou os olhos para o namorado.

-Você me ama, Nino-chan? Ou tudo que vivemos foi apenas emoção?

O olhar surpreso de Kazunari não deixava incertezas.

-Essa pergunta é algum tipo de brincadeira? Depois de tudo que passamos, você realmente tem alguma
dúvida.

Ohno desviou os olhos para a cama.

-Agora que toda a tempestade passou, não sinto mais em você aquele desespero de ficar comigo...

Contrariando as palavras, Kazu se aproximou do amante e o beijou com devoção. Se havia dúvidas em Ohno, ele demonstraria claramente que eram infundadas.

-Você é tudo pra mim... - Murmurou, descendo a boca para o tórax musculoso.

Aos poucos foi empurrando-o contra a cama. Quando Ohno ficou deitado, Nino parou de beijá-lo, e o olhou. A pele levemente bronzeada contrastada suavemente contra o travesseiro branco.

Oh, quantas vezes imaginou aquilo durante sua adolescência! Seu melhor amigo e seu maior desejo, deitado a sua mercê, o querendo tanto quanto ele lhe queria.

Kazunari baixou as mãos, envolvendo Ohno numa carícia doce e torturante. O mais velho inclinou o corpo para cima, soltando pequenos gemidos de satisfação. Era uma visão tão linda quanto erótica... e que, diga-se de passagem, combinava perfeitamente com os olhos sensuais do Riida.

-Está com frio?

Nino indagou isso ao observar a pele arrepiada e os mamilos endurecidos.

-Não, sinto muito calor...

-Você é tão lindo...

Então desceu a boca aos mamilos de Ohno. A luz do abajur lateral o tornava tão excêntrico quanto um feiticeiro. Era uma tentação! Mas ao mesmo tempo, era tão puro quanto um anjo.

Quando sentiu que Nino tirava sua calça do pijama, Satoshi decidiu deixar de ser tão passivo. Um desejo tão avassalador quanto doentio o tomou.

-Tire sua roupa também... - ordenou.

Era Ohno que havia falado? A boca havia se aberto e dito as palavras, mas ele não reconheceu a própria voz. Parecia mais um grunhido de uma gato no cio. Sentiu vontade de gargalhar com a ideia.

Toda a incerteza quanto aos sentimentos de Nino se reduziram a frangalhos ao ver o namorado quase rasgando a própria roupa, tamanha sua pressa. Assim que a última peça caiu ao lado da cama, Ohno o deitou de costas e o abocanhou, lambendo-lhe o órgão com um desejo avassalador.

-Oh-chan... - a voz de Nino o desconcentrou por um momento.

-O que foi?

O moreno soltou um som que parecia uma risada. Mas os olhos não tinham uma expressão zombeteira, ao contrário, parecia uma fera pronta a atacar sua presa.

-Vê como reajo ao seu toque? Tenho algo a lhe contar...

-O quê?

-Você não precisa me tocar pra me fazer sentir assim... normalmente é só olhar...

-Olhar?

-Não foram poucas as vezes que fugi pro banheiro do camarim para esconder a manifestação do meu corpo – confessou.

Um fogo incandescente começou a se acender dentro do Riida. Ouvi-lo murmurar aquilo, daquele jeito, baixinho, com o hálito morno, quente e tão próximo ao seu rosto o arrepiou.

Abraçando-o pelo pescoço, começou a beijá-lo. Primeiro no rosto, depois no pescoço. Sentia-se tão desejoso, quente, úmido.

-Eu te amo tanto... – disse olhando nos olhos do namorado.

-Eu também.

-Faremos amor todas às noites até morrermos.

Nino gargalhou e o movimento do seu corpo o enlouqueceu ainda mais. Deslizando as mãos para baixo, tocou nas nádegas redondas de Kazunari. Logo as abriu, usando os dedos para penetrá-lo.

Um gemido profundo saiu da garganta do mais novo. Como Ohno conseguia o dominar daquela maneira? Era delicioso. E, naquele momento, Nino percebeu que queria que o amante sentisse a mesma coisa, então retirou uma das mãos dos seus ombros e desceu para o bumbum de Ohno.

Quando repetiu o gesto de Satoshi, percebeu-o parar, assustado.

-Nino-chan...

-Fique calmo amor... - apertou os lábios contra Ohno. - Não farei nada que você não queira...

Ohno não o repeliu quando Nino introduziu o segundo dedo. Entretanto, também não parecia muito satisfeito.

-Está zangado? Não farei mais.

Satoshi segurou seu queixo, encarando os olhos escuros com devoção. Só então virou-se de costas para Nino, surpreendendo o mais novo.

-Me fode...

As palavras deveriam chocá-lo, mas não o fizeram. Parecia tão natural eles estarem daquela maneira, fazendo amor daquele jeito e conversando sobre aquilo. Nino abraçou Ohno pela cintura, disposto a tentar dar o máximo possível de segurança ao amante. Só quando ouviu o gemido de resignação, se colocou em ataque e aos poucos foi o possuindo.

Na primeira vez deles houve dor. Pouca, é verdade, mas houve. Sendo assim, Kazunari fez tudo que pode para ser o mais jeitoso possível.

O homem que agora adentrava era o seu homem! Era o homem que havia amado desde a primeira vez que o viu. Que admirava mais que tudo no mundo. Era sua vida, seu ar, cada célula do seu corpo.

Dois corpos fazendo-se um. A perfeição da junção de duas almas que passaram toda uma vida tentando se encontrar, se aceitar.

Eram Ohmiya SK. Eram Kazunari Ninomiya e Satoshi Ohno. Duas pessoas que a sociedade jamais aceitaria com bom grado. Dois seres que deviam ser separados por uma cultura diferente, pelo preconceito, e por intrigas. Duas vidas que sofreram tantas dúvidas, tantos tormentos, mas agora se pertenciam.

Ninguém mais os afastaria. Como algo ou alguém poderia destruir aquilo que estavam vivendo? O amor entre eles era tão grande que os separar seria matá-los. Simplesmente não podiam ser felizes longe um do outro.

Nino então se moveu dentro dele. A dança! A sensual dança que haviam dançado tantas vezes antes. Naquela noite, porém, aquela dança era feita de forma diferente, um ritual que os levava a mais firme sensação do que eram almas gêmeas.

Estremecendo, mordeu os ombros do seu homem! Sentindo que se expandia dentro de Ohno, na vigorosa força do amor, arquejou. Um prazer indescritível começou a fazê-lo perder a razão.

-Por favor... – gemeu angustiado.

Que dure para sempre, pensou. Aquela sensação era tão maravilhosa que se morresse nos braços dele agora, morreria feliz. Deslizando as mãos pelo cabelo molhado de suor de Ohno, Kazu viu seu quadril começar a mover-se cada vez mais rápido.

Então o orgasmo os tomou. Juntos! Ao mesmo tempo! Aquela sensação máxima quando a dança já se tornava quase violenta. Nino derramou seu líquido quente dentro de Ohno e sorriu surpreendido pelo fato do namorado ter alcançado o clímax logo na sua primeira vez .

Quando saiu de dentro de Ohno, caiu exausto do seu lado e o puxou para junto de si. O mais velho deitou a cabeça no seu peito enquanto os cabelos negros de Nino se esparramavam pelo travesseiro. O líder do Arashi ficou escutando as batidas ainda aceleradas do coração do moreno.

-Nunca pensei que fosse tão bom... - confessou.

-Eu também não – Ohno riu.

Perfeitos um pro outro... até no sexo.

-Eu acho que já sei o que fazer para te recompensar por amanhã, Oh-chan – Nino murmurou, sorrindo.

Satoshi fechou os olhos. Estava exausto, e o sono já o balançava em sua rede de torpor.

-Se for desse jeito, eu posso pensar em perdoar você – brincou.

Nino observou Ohno bocejar e dormir. O sol já nascia quando ele finalmente também se entregou ao cansaço. A alvorada abençoava o jovem casal e o par repousou na certeza de terem encontrado a felicidade que tanto almejaram.



Fim...
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Seg Ago 02, 2010 9:12 pm

aaaaa o ultimo capitulo
ainda bem q terá Rendiçao 2 uhuuu
q to louca pra ler por sinal
bem é logico q amei essa fic ne *----*
como tds as outras suas q li
digna de fic de Josy hehe
e esse final... amei *----*
simplesmente maraaa *----*
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Seg Ago 02, 2010 9:14 pm

Brigadaaaa amore^^

ainda tenho q editar esse top com todos os cap...tava vendo ontem q parei de atualizar no 28^^ hehehe
fic mega longa.. rendição 2 vai ser mais curta^^
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Qua Ago 04, 2010 1:34 am

Eu chorei. Fato.





Nem acredito que acabou =O

e... PERA, O QUE FOI O JEAN SEQUESTRAR O AIBA????????????????????
morri, SÉRIOOOOOOOOOOOOOOO
juroooooooooooo, aquela cena ficou INCRÍVEL na minha cabeça T-T

EU AMEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEI
a melhor fic ever³¹²³¹²³
de verdade
Eu nunca li uma fic tão bem escrita, descrita, com tanta emoção
sem perder o foco... ah INCRÍVEL
realmente não é possível descrever o quanto eu amei
não sei exatamente se vc acredita pq eu digo tanto isso, mas a minha fic favorita
eu AMEI *---------------------------------------------------------------------*~
AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI
AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEIAMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEIAMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEIAMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEIAMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEIAMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEIAMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEIAMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEIAMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEIAMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI, AMEI!!!!!!!!!!

e isso ainda é pouco!

obrigada por tê-la ecrito
hontou ni arigatou ♥
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Qua Ago 04, 2010 3:13 pm

Natyyyy
Muitoooo obrigada de verdade pelo carinho..
vc pode ter certeza, não existe maior recompensa para um escritor que essa^^ hehehe
mtooo obrigadaaaaaa
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Qua Ago 04, 2010 9:57 pm

mas eu li viiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiu
SHAUSHAUSHAUSH
eu disse que tinha começado
até acabei rapidinho
*lógico, quando a fic é boa o tem voa 8DDD~*
SHUASHAUSHAUHS

sério, AMEI
*não, eu não canso de dizer isso*
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Qui Ago 05, 2010 8:58 pm

Pois é infelizmente Rendiçao acabou, foi a melhor historia que eu ja li, voce consegui despertar em todos que leram todos os sentimentos possiveis, lendo ela , senti alegria, emoçao,raiva, eu ri, chorei, surtei, ate jurei de morte...
serio Josi rendiçao vai ficar para sempre marcado em minha memoria.
Ainda bem que vai tem rendiçao 2, nao vejo a hora de ler!!!!!!
BJ parabéns


ps-TBM QUERO SER SEQUESTRADA PELO AIBA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Sab Ago 14, 2010 10:46 pm

hehehe
Obrigadaaaa amores^^
Eu nem tenho palavras pra agradecer. A Nina ta traduzindo rendição para o ingles, e ela está sendo postada em duas comunidades de fanfics do livejournal. Tem, em média, 40 comentarios por capitulos (20 em cada comuna), e isso é assustador. Estou louca pra audrey chegar logo lá...hahahaha

Alias, a Audrey volta em Rendição 2...hahahaha...
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Qua Ago 18, 2010 1:12 am

Rendição agora é sucesso mundial 8DDDDDDDDDDDDD~
HSUAHSUAHSAUHSAUHS
*adoro*

aaaaaah
jura q ela voltaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa?
não sei se to feliz ou triste, na verdade, mas o que ela vai fazer na próxima temporada??
=O
*wondering*
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Sab Ago 21, 2010 11:44 pm

O Nino vai sofrer muito na proxima temporada, pq o relacionamento dele com o Ohno vai acabar por causa do Chinen. A Audrey ama o nino, e qdo o ver sofrendo, vem com toda a sua mente maquiavelica para destruir o Chinen.

Cara... eu amo essa garota...ela é completamente louca.
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Dom Ago 22, 2010 3:06 am

CHINEN????????????????
*juro ainda n o vejo com maus olhos -.-*
SHAUHSAUSHUAHS

ah nossa, mas lá no Ohmiya lovers tem uma foto do Sho cochichando no ouvido dele
O_O
num gostei >.<
HUHUHUHUHUHUHUHUH

ela é piradaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
totalmente 8DDDDDD~

adoro essa fic *OMG*
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Dom Ago 22, 2010 3:13 am

É ficção ne amor? Logico que o Chinen não tem a menor chance com o Ohno, mas no livro 2 ele vai vir com tudo por este sentimento. Eu sinceramente estou bemmmm otimista com o segundo livro... mas preciso ter vontade de escrever novamente...
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