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 [END] - Rendição

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Josiane Veiga
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Seg Fev 01, 2010 9:43 pm

hehehe
amor, antes de sabado é dificil eu postar...mas quem sabe^^
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naty
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Qui Fev 04, 2010 7:35 pm

ah amor, relaxa ^-^
escreve com calma
é que eu fico tão ansiosa pra ler mais *--------*
então eu realmente não resisto
*o pior é q eu realmente passo aqui todos os dias SHUAHSUAHSUAHSUAS*

mas nem liga pras coisas q eu falo SHAUSHAUHS
vai com calma q história tah maravilhosa s2
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Josiane Veiga
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Qui Fev 04, 2010 8:27 pm

amor, vou atualizar hj..to terminando o cap^^
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naty
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Qui Fev 04, 2010 8:55 pm

hojeeeeeeeeeeeeeee????????????
*-*
NOFFA VOU FICAR DE OLHO 8DDDDDDDDDDD
vou ler rapidinho
*pq a manhã vou ter que levantar às 4h30 da manhã pra ir pra facul*
SHAUSHAUHSAUHSUAHSHAUS

ain que emoçãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaao *-*
tah bem adiantado neh, dois dias 8DDD
:9
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Josiane Veiga
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Qui Fev 04, 2010 9:31 pm

Rendição

Capítulo XXXV

Por Josiane Veiga



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Sakurai bocejou. Eram nove horas da manhã, e ele havia saído da cama apenas uma hora antes. Por ter passado a noite toda acordado (não que ele se arrependesse disso, afinal, a noite foi regada a beijos de Masaki, e prazer pelo amor compartilhado), agora sentia como se o corpo ansiasse para voltar ao leito.

Olhou para o lado. Surpreendemente, o namorado não parecia sofrer os efeitos da noite mal dormida. O fato de Nino ter voltado para a segurança dos amigos, fez Aiba voltar a ter ânimo para se entregar ao namorado, coisa que não havia acontecido durante a ausência de Kazunari.

Sho sorriu para si. Não culpava Aiba pela abstinência forçada, pois sabia que Masaki era o tipo de pessoa que não conseguia fazer amor se a mente estava cheia de preocupações. O loiro até se esforçava, mas no meio das preliminares travava. Com lágrimas, pedia perdão a Sakurai, e recebia deste um beijo na bochecha.

Mas, felizmente, os dias difíceis ficaram para trás. A noite passada era uma prova de que a rotina sexual deles voltava ao normal. O sorriso de Sho se alongou ao perceber isso, mas sumiu repentinamente perante a entrada da mulher loira.

Suspirou.

Teve que acordar cedo, porque Aiba havia marcado um encontro com Melanie. Chegaram ao apartamento dela dez minutos antes, e, após serem recebidos pela modelo que os conduziu a sala de estar, ficaram sozinhos, pois ela pediu um tempo e foi para o quarto

-Desculpem pelo atraso – pronunciou a Vardin, sentando-se à frente deles. – Estava no telefone...

-Tudo bem, Mel-chan – Masaki respondeu, sorrindo.

Obviamente, Melanie respondeu ao sorriso imediatamente. Como não faria? Todas as pessoas da face da terra que viam o belo sorriso de Masaki Aiba se encantavam imediatamente. E toda aquela reação causou uma raiva discreta em Sho.

-Trouxe o dinheiro? – A mulher indagou.

-Sim, trouxe. – Masaki abriu a bolsa e retirou um envelope de lá. – Aqui dentro tem tudo que me pediu.

Dinheiro? Aiba não havia contado os motivos da visita naquela manhã, e Sho se enfureceu por ver o namorado dando dinheiro aquela mulher.

-Pra que você quer dinheiro? Aliás, quanto que tem aí? – Sakurai não resistiu.

Espantado, viu a loira sorrindo para ele e respondendo a última questão. O valor, em questão, era o suficiente para se comprar um bom carro esportivo. Não que fosse abalar a vida financeira de Aiba, mas era uma quantia considerável.

-Por que deu esse dinheiro a ela? – Sho reagiu, tentando se conter e não gritar com Masaki.

Melanie tinha o poder de acabar com seu bom humor em segundos!

-Porque ela pediu – o loiro respondeu, com simplicidade.

Aquilo só podia ser brincadeira!

-Como assim “porque ela pediu”? – Voltou os olhos a mulher. – Pra que cargas dagua você quer tanto dinheiro? É pro aborto? É isso que você vai fazer?

Apesar da explosão do moreno, a mulher continuou calma.

-Não – a moça negou. – Não vai haver nenhum aborto.

A notícia trouxe certo alívio a Sakurai, que se acalmou. Ao seu lado, porém, Masaki não conseguia ter a mesma atitude contida. Dando um gritinho de satisfação, o loiro saiu do sofá, e ajoelhou-se perante a mulher sentada a sua frente.

-Mel-chan! – Sua voz transbordava emoção. – Fico tão feliz em saber...

-Não continue, Aiba-chan – ela o interrompeu. – Não vai haver aborto, porque não existe nenhuma criança. Nunca estive grávida.

Um silêncio constrangedor tomou de assalto os dois rapazes. Sho ficou sem reação, enquanto Aiba tentava imaginar se a mente não havia lhe pregado alguma peça.

-Não entendi, Mel-chan... – sua voz embargada disse baixo.

Apertando as mãos de Masaki, Melanie abriu a boca para explicar. No entanto, não chegou a fazê-lo num primeiro momento, pois Sakurai a cortou, aos berros:

-O que não entendeu? – Seu grito dirigiu-se primeiramente ao namorado. – Essa vadia fingiu que estava grávida apenas para conseguir dinheiro!

Apesar de a acusação ser pejorativa, Melanie não a negou. Desviando os olhos do moreno, ela encarou Aiba.

-É verdade – confirmou. – Eu fiz tudo por dinheiro...

-E ainda admite nessa cara de pau! – Sho ridicularizou. – Eu devia processá-la, sua desgraçada! Não tem idéia do que fez com a minha vida!

-Com a sua vida – Melanie o respondeu, ainda mantendo a serenidade -, eu realmente não me importo. Você é arrogante e presunçoso - acusou. - Mereceu sofrer um pouquinho para parar de agir como um retardado, que em qualquer briga que tem com o namorado, corre pro primeiro rabo de saia que aparece.

Maldição! Por que Sakurai não conseguia retrucá-la? Sentiu o rosto esquentando de vergonha ao escutar tais palavras.

-Mas com você – Melanie encarou Aiba –, me importo, Masaki...

O tom doce da voz da mulher fez Masaki decifrar um sentimento poderoso. Melanie iria se explicar, ele sabia. Instantaneamente, a afeição que já nutria por ela, se restabeleceu.

-Quando eu aceitei participar dessa farsa – ela começou, os olhos fixos em Aiba -, não conhecia você. Jamais desconfiei de Sakurai tivesse algum outro relacionamento, e via ele apenas como mais um homem que passou na minha vida. Contudo, havia um porém: no nosso curto relacionamento, Sho foi rude, e tratou-me como um lixo...

Masaki bem sabia que aquilo era verdade.

-Na nossa última noite juntos, seu olhar de nojo para comigo, me causou asco. Fiquei com muita raiva, e quis vingança. Mas reconhecia que era apenas uma modelo de quinta categoria, enquanto ele era famoso, rico e de boa família. O que eu poderia fazer diante disso?

À esquerda, Sakurai ouvia a voz pausada da mulher, como se ela estivesse falando de outra pessoa, e não dele próprio. Recordou-se da forma como a dispensou antes de ir tomar banho, e também de como rasgou o telefone dela após Melanie ter ido embora.

-E então você resolveu fingir que estava grávida? – Masaki completou.

-Não – Melanie negou. – Estava fazendo algumas fotos quando um rapaz me procurou. Ele me ofereceu uma boa soma em dinheiro para que eu mentisse.

Um rapaz? Sho arqueou as sobrancelhas, curioso.

-Não fiz isso só por vingança, mas também pelo dinheiro. Precisava muito, e pensei que não faria tão mal assim em passar uma lição nesse almofadinha – apontou Sho com o dedo, sem sequer olhá-lo. – Mas nunca imaginei que estaria machucando você...

-Mel-chan... – Masaki apertou as mãos dela com força.

-Eu continuei com o plano, como me ordenaram. Entretanto, fui convivendo com você... e me apaixonei...

Os olhos de Sakurai se arregalaram. Quis gritar com ela naquele instante, mas percebeu que Masaki continuava a frente da jovem, compreendendo sua situação e dando-lhe apoio.

-Meu coração não está livre, Mel-chan – Masaki disse. – Você é linda, e eu me sentiria honrado...

-Eu sei – Melanie sorriu. – Sempre achei a amizade de vocês próxima demais, e nunca pensei que vocês dois fossem um casal. Mas, quando entendi, ficou claro para mim que tudo que estou fazendo está ferindo muito mais a você do que a Sho.

Masaki assentiu.

-Eu precisava muito do dinheiro... – ela repetiu. – Mas dinheiro nenhum no mundo me faria machucar o único homem que eu amei... – explicou. – Por isso, pedi o dinheiro emprestado. Irei devolver a pessoa que me pagou, e ficar livre disso.

-O que fez com o dinheiro que lhe pagaram? – Sakurai indagou, de repente.

-Mandei para minha mãe... – Mel contou. – Mamãe é paraplégica, e a clínica onde ela está internada custa muito caro.

-O que aconteceu com sua mãe? – Masaki indagou, preocupado.

-Um acidente de carro – Melanie suspirou. – Por isso eu me tornei modelo. – Um sorriso triste despontou nos lábios da loira. – Na infância, eu sonhava em ser veterinária. Todavia, quando eu tinha quatorze anos, o carro que mamãe estava caiu em uma ribanceira, e ela fraturou a medula. Não tenho pai, e tive que me virar sozinha. Comecei a procurar emprego na região, e um homem de uma agência me convidou pra ser modelo. Porém, tão logo comecei, percebi que não havia futuro para mim, se não aceitasse ser amante dos homens casados que contratavam os desfiles.

Melanie tomou fôlego antes de continuar:

-Existe muita gente séria no mundo da moda, mas eu não tive sorte de conhecer as pessoas certas. Depois de algum tempo, minha moral estava tão abalada, que não me importava mais em ser usada pelos homens... afinal, já era uma prostituta... Mas isso foi até eu conhecer você...

Masaki sorriu.

-Você não me olhava como uma coisa, nem se importava com o meu passado. Tratava-me com tanta consideração, que pela primeira vez na vida, eu comecei a sentir-me especial...

-Você é, Mel-chan... é muito especial.

-Escute-me – pediu. – Eu nunca, jamais, em hipótese nenhuma, faria qualquer coisa que o magoasse, então peço perdão.

-Não há o que perdoar...

-E vou devolver o dinheiro, centavo por centavo. Vou voltar à França e começar uma nova vida.

Masaki sorriu.

-Você não precisa devolver nada, Mel-chan! Se precisar de mais, dou pra você... quero que estude e realize seu sonho: seja veterinária.

Melanie sorriu.

-Eu tenho uma pequena reserva, portanto, não preciso mais de nada! E sim, vou fazer isso! Vou estudar, e reiniciar. Farei isso por você, Aiba...

Naquele instante, Sho, com os olhos ainda arregalados, via Masaki e Melanie se abraçando, como se firmasse um pacto. Detestando aquela cena, desviou os olhos.

-Mel-chan, quem foi o homem que pediu pra você fingir a gravidez? – Masaki a questionou, tão logo o abraço se desfez.

Quieto em seu canto, Sakurai aguardou a resposta com ansiedade. Quem poderia querer separar Masaki e ele? O único nome que vinha a sua mente era Audrey. Entretanto, a americana teria feito isso com a ajuda de quem?

-Jean – Melanie contou. – Touga Jean...

O silêncio voltou a reinar, e foi quebrado apenas segundos depois, pela voz claramente espantada de Masaki.

-Jean-chan?

Não fora Morgan? Sakurai não pode deixar de se surpreender. O plano era impecável demais para ser fruto daquele sonso de Touga. Porém, o rapaz era completamente apaixonado por Aiba, e Sho não duvidava que desejasse a separação do casal.

-Cuide-se, Aiba – Melanie alertou. – Jean diz que o ama, mas ele não sente o menor remorso por você ter sofrido tanto...

Masaki não conseguia sequer emitir qualquer som, tamanho sua surpresa.

-Vamos, Aiba-chan – Sho o chamou, puxando-o pelo braço. – Quero pegar esse cretino do Touga agora mesmo!

Masaki estava sendo arrastado por Sho. Porém conseguiu conter o ímpeto do namorado quando sentiu a mão de Melanie no seu braço:

-Espere... – ela pediu. – Estou indo embora do país ao meio-dia... – contou. – Então... antes de ir, preciso fazer algo.

Rapidamente a jovem colocou-se na ponta dos pés e beijou Masaki nos lábios. Sho ficou possesso com a cena, mas estava tão chocado com a audácia da mulher, que não conseguiu esboçar nenhuma reação.

-Se um dia você resolver abandonar esse idiota... estou disponível... – o murmuro dela era incrivelmente sedutor.

Naquele instante, Sho abriu a boca para gritar. No entanto, não chegou a fazer aquilo, pois Melanie também achegou-se a ele e beijou-o na boca.

-O mesmo vale para você – piscou para Sho.

E depois disso, ela os empurrou para fora e bateu a porta.

~~~~~~000~~~~~~

Kazunari olhou para o relógio que estava na cabeceira da cama. Nove horas da manhã. O dia amanhecera com sol. O vento frio e a neve se mantiveram intactos, apesar da claridade. O inverno enfim começara a tornar-se mais poderoso, mas o humor de Nino aparentava alguém que vivia a primavera da vida.

Oh-chan não o havia traído! Nem Jun! Os dois o amavam! Bom, Aiba-san havia dito isso, e Nino era esperto o suficiente para confiar no amigo.

Sorriu.

Também havia sido salvo das garras do pai. Só aquilo já representava algo que o daria forças para continuar a lutar. Tirou a coberta de cima do corpo, e tentou se levantar. Na primeira vez, o corpo reagiu com dor. Voltou a cama rapidamente e respirou fundo. Quando se levantou novamente, riu ao conseguir ficar de pé sem problemas.

Aos poucos, colocou um pé na frente do outro, tendo o cuidado de não ultrapassar os próprios limites. Os passos lentos o levaram até a cozinha. O apartamento estava silencioso; portanto, foi uma surpresa para Nino descobrir que havia outra pessoa na casa, além dele e de Audrey.

De costas para ele, cozinhando com uma concentração impar, estava Matsumoto Jun.

Nino não esperava ter que enfrentar o amigo tão cedo, e sentiu-se envergonhado pela experiência. Baixou a fronte e ficou esperando que Jun o notasse.

Passou-se cerca de dois minutos até o mais jovem virar-se, parecendo a procura de algo para colocar na panela. Quando o olhar de ambos se encontraram, Jun estancou, parecendo mais constrangido que Nino.

-Não sabia que já havia se levantado... - murmurou ao outro. - Estava fazendo seu café de manhã...

Nino sorriu, sem jeito. Era bem próprio de Jun tentar fingir que nada havia acontecido. Mas, infelizmente, para Kazunari, as coisas não funcionavam assim. Ele havia sido egoísta e injusto com o amigo. Despejou sob o outro todas as suas desconfianças e ciúme, não permitindo que o outro se explicasse. Matsumoto agora devolvia a sua falta com um café da manhã.

-Jun-chan... – o chamou.

-Nani?

-Nós temos que conversar.

Foi bastante direto. Mesmo ainda estando bastante debilitado pelas agressões do pai, após a conversa com Masaki, Nino sentia-se pronto psicologicamente para se desculpar com Jun. Precisava resolver logo as pendências com o mais jovem, para então tentar reconquistar a confiança do Riida.

Observando Jun, notou o amigo muito constrangido. O moreno sentou-se à mesa da cozinha, e Nino o acompanhou. Ficaram os dois, frente a frente, tentando ganhar coragem para dizer a primeira palavra.

De repente, Nino riu baixinho. Matsumoto estava nervoso até aquele momento, mas ao ver o sorriso de Kazu, imediatamente acalmou-se. Postou os dois cotovelos na mesa, e com uma das mãos no queixo, começou:

-Nino-chan, eu queria muito que você soubesse...

-Não - Nino o interrompeu. - Não fale, Jun-chan. Já sei que fui um idiota, e me envergonho de ter ligado para você naquela noite, e dito todas aquelas palavras.

-Nino...

-Eu te amo, por favor, acredite. Não posso explicar o porquê me deixei contaminar pela malícia de Audrey, mas minha justificativa é que estava ficando paranóico preso naquela casa...

-Nino-chan - Jun o interceptou -, realmente beijei Ohno-san.

Precisava ser verdadeiro. Não agüentava mais a própria consciência o acusando dia e noite de ter sido desleal com Kazunari.

-Eu sei - Nino insistiu. - Masaki me explicou o fanservice de ontem à tarde, no parque.

Fanservice? Matsumoto arqueou as sobrancelhas.

-Não! - O outro quase gritou. - Não estou falando disso! Aliás, como você ficou sabendo dessa gravação?

Só então os dois notaram que falavam de assuntos diferentes.

-Karin-san me contou... - Kazu sussurrou.

Um intenso rubor cobriu todo o rosto de Matsumoto. Desviou os olhos do amigo, e baixou a face. Passou a encarar a mesa, como se nela tivesse algo de muito interessante para se ver. Nino respeitou o silêncio. Nenhum deles saberia dizer quanto tempo ficaram ali, sem pronunciar uma única palavra, até Jun balbuciar:

-Aquele beijo no parque foi apenas porque o script que nos passaram exigia - Jun explicou. - Não foi dele que eu falava quando nós conversamos no telefone...

Jun enfim levantou os olhos. Precisava ver a expressão de Kazu. Necessitava enxergar naqueles límpidos olhos escuros o perdão do companheiro de tantos anos. Mas não havia nada lá. Kazu permanecia quieto, numa postura totalmente indecifrável.

-O beijo a qual me referi, foi dado nesse apartamento, na tarde posterior a sua ida para a casa do seu pai.

Silêncio.

-Ohno-san estava no quarto de vocês, apertando o seu casaco contra o rosto. Eu o amo Nino-chan, e não suportei vê-lo chorar. Ohno-san reagiu como se houvessem arrancado o coração dele, e atirado no lixo. Não queria vê-lo sofrer tanto, e então agi por impulso.

Nino mordeu o lábio inferior. Sabia exatamente o que vivia Jun. Não havia ele também amado em segredo por tanto tempo?

-Oh-chan é tão adorável, né? – Levou as mãos as de Matsumoto, e as apertou. – Ele fica irresistível quando chora. Imagino que eu teria feito o mesmo que você se o visse tão indefeso, sofrendo...

-Não, não teria. – O mais novo moveu a cabeça de forma negativa. – Você é leal aos seus amigos...

-Está falando com o cara que enganou a todos quando Audrey apareceu...

-Porque queria nos proteger...

-Porque sou covarde, Jun-san – o corrigiu. – Covarde e incapaz de acreditar que sou tão amado por vocês.

Matsumoto sentiu que ia chorar, então tentou ficar calmo.

-Você me perdoa? – Indagou.

-Depende – Nino fez beicinho. – Como Oh-chan reagiu?

Apesar da pergunta, Nino mantinha um sorriso lindo nos lábios. Jun não resistiu e gargalhou.

-O que você acha? – Provocou.

-Bom, você é o cara mais lindo do Arashi... – Kazu começou.

-Como se Ohno-san fosse capaz de perceber isso! – Jun exclamou. – Além disso, eu não tenho o seu nariz...

-O que tem o meu nariz?

-É lindo!

Os dois gargalharam intensamente.

-Satoshi-chan ama você de uma forma tão profunda, que parece àqueles amores de cinema... – Matsumoto afirmou, ficando sério.

-Eu também o amo... – Nino declarou. – Entretanto, algumas vezes me pergunto por que sempre desisto desse sentimento no primeiro obstáculo.

-Não se culpe – Matsumoto pediu. – Sejamos francos, Nino-chan, coragem nunca foi uma característica sua... – riu, amenizando as palavras. – Mas, mesmo assim, você enfrentou seu pai por amar Satoshi, e aceitou sofrer calado na chantagem da americana, apenas para proteger a banda. Isso foi uma grande prova de amor...

-Mas eu terminei com Oh-chan logo depois de ter enfrentado meu pai... – choramingou. – E tenho medo de que ele não me perdoe...

-Ohno-san realmente está zangado – o mais novo confirmou. – Todavia, acho que você pode virar o jogo.

-Aiba-chan me disse a mesma coisa...

-Imagino o conselho que ele deu-lhe – Jun virou os olhos.

Diante da cena, Nino voltou a gargalhar. E foi nessa aparente alegria que Ohno entrou na cozinha. Vinha sacudindo os pequenos flocos de neve, que caíram no tapete persa de Masaki.

-Ohno-san! – Jun gritou. – Está estragando o tapete de Aiba!

-Só mesmo Masaki-chan para ter um tapete desses na cozinha! – O líder murmurou.

Naquele instante, seus olhos encontraram Nino, que estava sentado à frente de Jun. No entanto, ele logo os desviou.

-Bom dia – cumprimentou, baixo.

Aquele Satoshi frio machucava ainda mais o já abatido Kazunari. Contudo, o mais novo sabia que Ohno tinha seus motivos para estar daquela forma.

Notando o clima estranho da sala, Matsumoto levantou-se rapidamente.

-Vou ir ao supermercado – anunciou, alegremente. – Sho-kun me incubiu de comprar alguns produtos enlatados. Parece que ele quer que a americana coma coisas do país dela.

-Como é? – Nino parecia espantado – Por quê?

-Quer agradá-la – Jun não continuou a explicação, pois já estava a porta. – Audrey está presa no quarto. Se ela estiver mais calma, pode solta-lá, mas não a deixe sair do apartamento – avisou ao Riida.

E com um pequeno barulho, saiu. Ficaram Ohno e Nino na cozinha, sozinhos.

Nino baixou a fronte, tentando encontrar qualquer palavra. Sabia que Satoshi era calmo e compassivo, mas também sabia que quando o líder saia do sério, não era fácil trazê-lo novamente a paz.

-Você já comeu? – Ohno perguntou, de repente.

-Jun-san estava fazendo meu café da manhã – respondeu, dando seu melhor sorriso.

Porém, aquele belo sorriso não surtiu qualquer efeito no carrancudo Satoshi. O mais velho deu as costas a Nino, e foi até o fogão. Percebeu que Jun fazia uma espécie de sanduíche assado para Nino, com bastante queijo. O moreno tinha colocado a forma com o preparado no forno elétrico, lateral ao fogão, e Ohno observou o alimento, ainda em fase de preparação.

-Logo seu café fica pronto – murmurou. – À tarde Karin-san virá para vê-lo – começou, mas a voz travou ao sentir as mãos de Nino circulando sua cintura.

Quando Kazu havia se aproximado? Naquele instante, Ohno percebeu que Nino podia ser um felino quando queria. Fechou os olhos com força, buscando energia para negar-se aquela carícia. Não iria cair na lábia de Nino-chan novamente... Não iria!

-O que está fazendo? – Fez a voz mais fria que conseguia.

-Me perdoa, Oh-chan...

Aquele sussurro delicado contra sua nuca, e o corpo de Kazu grudando-se de forma lânguida as suas costas o estava tirando do sério, mas negou-se a cair naquela tentação.

-Perdoar o quê? – Instigou.

-Oh-chan... – Nino uniu as duas mãos sobre seu tórax. Logo elas desceram, espalmadas para baixo, parando perigosamente perto de sua masculinidade. – Eu não quis dizer aquelas coisas...

-Mas disse.

-Já pedi desculpas a Jun-san...

-E ele te desculpou – Ohno completou com a voz firme e neutra. – Não é sempre assim que acontece? Você faz o que quer, diz o que quer, e depois pede desculpas, e todos te desculpam facilmente.

Sentindo como se aquelas palavras fossem um tapa na face, Nino tirou as mãos de Ohno e deu um passo para trás, tocando com o quadril na mesa atrás de si.

-Mas, eu cansei disso. Se você quer meu perdão, fique tranqüilo, você o tem. Seremos amigos, Kazu. Afinal, uma amizade de tantos anos não pode se perder por conta de um relacionamento amoroso que acabou.

-Acabou?

Satoshi virou-se em direção a Kazunari. Encarou o ex-amante com uma expressão sem sentimentos.

-Não foi o que você mesmo disse? – Questionou.

-Estava transtornado, Oh-chan... sentia-me traído.

-Porém, agora quem se sente traído sou eu.

Satoshi foi em direção a porta, e pareceu prestes a sair da cozinha. Kazunari, de alguma forma sabia que necessitava interceptar o amado. Sem raciocinar, foi o mais rápido que conseguia – ignorando a dor do corpo – até Ohno, e o puxou pelo braço.

Por alguns segundos se mediram, e então, rapidamente e sem aviso, as bocas uniram-se com sofreguidão, ansiosas, buscando-se com uma real necessidade. Feliz, Nino sentiu que Ohno o correspondia num beijo de tirar o fôlego. Colou novamente o corpo ao de Satoshi, deixando que o outro sentisse sua própria excitação. Exultou por perceber a ereção de Ohno contra sua barriga.

-Me leva pra cama, Oh-chan... – pediu. – Fazia tanto tempo que nós não nos beijávamos... – gemeu contra os lábios de Ohno. – E faz tanto tempo que não fazemos sexo.

Viu Ohno descendo o rosto. Sentiu a respiração pesada do mais velho contra sua garganta. Logo a língua de Ohno tomou o lugar dos lábios, e o Riida lambeu toda a extensão daquela parte de Nino. Após, virou Kazu contra a parede, e continuou a lamber, chegando até a nuca de Kazu.

Sem poder resistir, o mais novo gemeu alto.

-Está sentindo? – Ohno apertou o membro rígido contra as nádegas de Ninomiya. – Sente como eu desejo você?

Arqueando as costas para trás, Nino quase gritou.

-Vamos pro quarto, Oh-chan... Alguém pode chegar aqui e...

-Você quer que eu te penetre? – O loiro o interrompeu. – Quer que eu entre dentro de você? – Sussurrou, nas orelhas de Kazunari.

-Oh-chan...

-Responda!

-Quero... – Respondeu Kazu, como se aquela palavra significasse a sua vida. – Por favor... por favor, eu imploro... faço qualquer coisa pra você ir comigo praquele quarto agora, Oh-chan...

Sentiu que as mãos de Satoshi que o mantinham preso, libertaram-no. Temeroso, foi virando-se devagar para trás, com medo da feição do amante. Sentiu os olhos se encharcarem ao ver seu receio se confirmar.

-Mas desejo não é amor. – A expressão de Ohno era tão gélida, que Kazu abraçou a si mesmo, numa auto proteção. – E, se o meu desejo por você não foi abalado por sua desconfiança e acusações, talvez meu amor tenha sido.

Nino negou, desesperado.

-Mentira! Você me ama, Oh-chan! Por que está aqui agora? Por que levantou-se cedo, e veio até o apartamento de Masaki-san, enfrentando neve e transito, se não foi pra me ver?

Por alguns instantes, Satoshi pareceu espantado pelas palavras do outro. Entretanto, logo recuperou o domínio da situação.

-Como líder da banda, tenho obrigação de...

-Cala a boca! – Nino gritou. – Não minta pra mim! Não se atreva a mentir pra mim!

Desmerecendo aquela explosão, o Riida olhou com esnobismo para Nino.

-Você está alterado...

-Não estou!

Encararam-se. Kazu não suportava mais ser observado por um olhar tão calculista.

-Vamos resolver nossas diferenças na cama, Oh-chan... – pediu, sem se importar em parecer desesperado.

Satoshi arqueou as sobrancelhas.

-Esqueça – recusou, como se o oferecimento não representasse nada. – Não somos mais namorados.

Já voltava a tentar se retirar, quando a voz de Nino o fez estancar.

-Vamos fazer sem compromisso. Alivie-se em mim, Oh-chan... Se quiser, faça de forma impessoal, não se importe com meu prazer, apenas se satisfaça...

Cretino! Kazunari sabia que Ohno não resistia à sedução de Nino na cama, e nenhuma briga se manteria em pé no meio dos lençóis. Era esperto, admitiu Ohno, mas dessa vez teria uma surpresa.

-Não sou esse tipo de pessoa – afirmou o Riida. – Acabou, e me esqueça.

Dessa vez foi o mais frio que poderia ser. E ao sair da cozinha, bateu a porta com força, deixando claro a Nino que não voltaria atrás.

Por alguns segundos, ficou parado atrás da madeira, ouvindo os pequenos gemidos de choro de Kazu, que permanecera na cozinha. Pelos céus, nunca quis fazer Nino chorar, mas não podia voltar atrás agora. Ou ele amadureceria o namorado, ou o relacionamento deles não teria a menor chance de dar certo.

-Precisa aprender que uma palavra ou ação tem conseqüências... – murmurou, mesmo sabendo que o outro não o ouvia.

Só então afastou-se da porta. Olhou para baixo e viu a saliência das calças. Inferno! Queria ir tentar dialogar com Audrey, mas como apareceria diante da mulher naquela situação? Kazu tinha o poder de deixá-lo em posições embaraçosas.

Sem saída, foi em direção ao banheiro para resolver aquele impasse.

Continua...
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Qui Fev 04, 2010 10:23 pm

ARIENAI O.O'
eu to chocada, bjs
HOHOHOHOHOHOH
EU AMEI ESSE OHNO
OMG!
acho q eu nunca gostei tanto de uma cena de rejeição na minha vidaaaaaaaaaaaaaaaaa
*--------------------------*

Citação :
-Mas desejo não é amor. – A expressão de Ohno era tão gélida, que Kazu abraçou a si mesmo, numa auto proteção. – E, se o meu desejo por você não foi abalado por sua desconfiança e acusações, talvez meu amor tenha sido.
isso machucou o Nino, fato
óÒ

Citação :
Rapidamente a jovem colocou-se na ponta dos pés e beijou Masaki nos lábios. Sho ficou possesso com a cena, mas estava tão chocado com a audácia da mulher, que não conseguiu esboçar nenhuma reação.

-Se um dia você resolver abandonar esse idiota... estou disponível... – o murmuro dela era incrivelmente sedutor.

Naquele instante, Sho abriu a boca para gritar. No entanto, não chegou a fazer aquilo, pois Melanie também achegou-se a ele e beijou-o na boca.

-O mesmo vale para você – piscou para Sho.
eu sei q essa citação foi grande, mas OH MY GOD
oO
isso foi lindo *--------------------------*
a cena ficou tãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaao emocionante na minha cabeça 89
HOHOHOHOHOHOHOHOH

ISSO TAH TÃO PERFEITOOO
isso pq vc tinha dito que as coisas ruins já tinham passado
imagina se não tivessem???
SHAUSHUAHSUAHSAUSHAUHS
xD

caraaa, eu já sou ultra-mega fã do Ohno, mas essa fic tah fazendo eu me apaixonar ainda mais por ele *-----------------------*
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Qui Fev 04, 2010 10:28 pm

ele está sendo cruel pelo bem do Nino...hehehe
Acho que isso até é uma prova de amor. O Nino aprontou mto e merece...hehehe... sou ninete, entao..sofro junto com o ichiban^^

menina, sabe que essa cena da mel, tambem é uma das minhas favoritas^^ hehehe

mtoooo obrigada pelo comentario^^
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Qui Fev 04, 2010 11:27 pm

ah a gente até sabe que é pelo bem dele
mas emociona neh *-----*
eh melhor que novela das 8h xDD
*graças à Deus*
SHAUSHAUHAUSHAUHSAUS

Citação :
menina, sabe que essa cena da mel, tambem é uma das minhas favoritas^^ hehehe
nossa essa cena é INCRÍVEL
tipo o Sho tava pronto pra berrar e esperniar e de repente... beijo!!
8DDDDDDD
HOHOHOHOHOHOHOHOHO
essa cena deu uma coisa assim, que é inexplicável :9
HSAHSUAHSUAHUSHAUS
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Sex Fev 05, 2010 2:03 pm

Huabauahauaaha
Engraçado que eu tenho certeza de q se os dois não fossem um casal, eles lutariam por ela^^
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Sex Fev 05, 2010 9:33 pm

Aeee Mel contou td p/ eles \o/
hsahshahshasha ok eu ri qdo Sho ficou sem ter o q flar, foi um tanto inevitavel,
ele nao teve resposta tbm qm teria? eu q nao xDD
O Aiba é td d bom né
qm fiaria tao tranquilo assim em emprestar dinheiro p/ alguem s/ questionar?
e msm sabendo d td foi tao pacifico?
ja se fosse eu...
Hehe essa Mel é abusada heinm atirada
Sho ficou sem chao depois q ela o beijou hein ? rsrs
É né Kazu tem o poder da seduçao, ninguem resiste a ele, principalmente o Ohno xDD
Maaaaiiis !!!!
Essa fic é maraa *----*
Amooo
vc sabe né *-*
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Sex Fev 05, 2010 10:17 pm

Naraaaa amorrr
Mas ela foi audaciosa..eu a admiro por isso..ahahaha
E o sho merecia, ne? No fundo, ela so disse a verdade. Ele brigou com o aiba e foi pro primeiro rabo de saia que apareceu!

Amoorrrrr..ameiii seu comentario do Ninohehehe
brigada
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Sab Fev 06, 2010 9:02 pm

Citação :
Sho ficou sem chao depois q ela o beijou hein ? rsrs
Citação :
E o sho merecia, ne? No fundo, ela so disse a verdade. Ele brigou com o aiba e foi pro primeiro rabo de saia que apareceu!
SHUAHSUAHSUAHSAUHS
essa cena não sai da minha cabeça xD
é uma das minhas favoritas com certaza =DDD
ah josi-chan, merecer ele merecia neh, mas tadinho
a gente tem q entender o lado dele tbm SHAUHSAUHS
*tah eu sei q não dá xD*

mas eu ainda to pasma c o Ohno
esse é o melhor Ohno que eu já li em toda minha vida 8DDD

omedetou Josi-chan
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Dom Fev 07, 2010 7:58 pm

AAAH que lindo *-*
a Melanie contou tudo pra eles, e o Sho não saiu chutando e quebrando tudo
e o aiba tambem, eles entenderam ela
e man, que história triste a dela ;O
esse nino viu, eu até teria dó dele, se ele não tivesse feito o ohno sofrer tanto ;/


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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Sex Fev 12, 2010 6:07 pm

Rendição

Capítulo XXXVI

Por Josiane Veiga

Nota da Autora: Sei que havia avisado que esse capítulo iria demorar para sair. Mas, ontem, ao chegar em casa as 19 horas, tomei um banho e fui pra frente do computador. Só saí de lá as 01:15 da manhã. Obriguei-me a escrever porque já me conhecendo, sei que se não entregasse no prazo, iria começar a abandonar a história aos poucos, como aconteceu com TODOS os meus fics parados.

Dessa forma, aí está o capítulo. Talves contenha vários erros de ortografia, pois só o li uma vez. Mas dei o meu melhor (o sono não deixou dar 100%) e não pude corrigir hoje por causa do trabalho. Assim, espero que ninguém se zangue. Vou me esforçar mais para o próximo. É promessa!

Mil bjos.



--------------------------------------------------------------------------------

-Touga-san? O senhor é Touga Jean?

O mestiço mexeu o pescoço em direção a porta. Seus cabelos castanhos claros moveram-se pelo balanço da face, e ele encarou o office boy com uma clara desconfiança.

-Sou eu - murmurou. - O que quer?

Touga Jean nasceu na França. A mãe, imigrante, havia ido estudar artes em uma faculdade de Paris. Apaixonara-se por um francês boêmio, e mesmo disciplinada por uma rigorosa educação, acabara cometendo o equivoco de dormir com o rapaz. Um mês depois, o amante saía de sua vida, sem deixar-lhe sequer um bilhete. E, pouco mais tarde, a jovem descobriu que estava grávida.

Optara por ficar na França. Abandonou a faculdade, e começou a trabalhar para sustentar o filho. Por sorte, Jean não era o tipo de jovem que causava grandes preocupações à mãe, e os dois acabaram vivendo uma vida tranqüila e sem nenhum tipo de percalço.

Logo após completar dezoito anos, o rapaz começou a realizar o sonho materno: estudou artes cênicas numa renomada faculdade Parisiense.

E foi lá, entre aulas e estudo, que ele conheceu Audrey Morgan.

Morgan era dois anos mais velha que Touga. Havia começado o ensino superior ainda nos EUA, mas seu óbvio dom para a produção de filmes, acabou por dar àquela garota de longos cabelos negros uma bolsa de estudos.

Os dois jovens logo começaram uma relação que variava entre a amizade e a rivalidade. Eram dois dos melhores alunos; porém, não se suportavam. Todavia, por algum estranho motivo, sempre estavam juntos, atirando sob o outro qualquer assunto que pudesse causar inveja e discussão.

E foi Audrey, que num intervalo de aulas, ampliou a relacionamento. Morgan acabou mostrando a Jean seu maior segredo: Kazunari Ninomiya. Entretanto, aquele jovem de cabelos negros e de aparência frágil não despertou nada no francês. Mesmo assim, ele deixava-se ficar a ouvir à americana falar.

E como ela falava!

Para Morgan, nada era tão importante quanto Nino, e ninguém no mundo tinha mais talento do que aquele garoto japonês.

Mas, numa ironia do destino, alguns dias depois, Jean viu-se deitado no sofá da morena, assistindo a um dos programas que ela havia gravado do grupo ao qual o ídolo participava. E foi lá, com os olhos arregalados, que ele se apaixonou pela primeira vez na vida.

Masaki Aiba...

Não era um simples homem. Não era unicamente uma pessoa comum. Era um anjo... um ser iluminado por um sorriso puro e casto, dono de uma personalidade tão doce e gentil, que se tornava quase feminina.

Jean Touga amou Masaki Aiba desde o primeiro segundo que o viu. E este sentimento, tão confuso e perplexo para o jovem francês, foi o que causou a primeira grande briga entre ele e Morgan.

Por algum motivo desconhecido, a pseudo-amiga não aceitou os sentimentos de Jean. A discussão fora muito séria, e os dois romperam contato. Porém, espantosamente, quase um ano depois de terem terminado a faculdade, recebeu um telefonema de Morgan.

Ela havia conseguido se aproximar do ídolo! E havia uma chance para ele!

Sequer permitiu-se pensar. Duas horas depois, já preparava as malas. Um estágio no país natal da mãe, e a oportunidade de ficar próximo de Masaki era tudo que o rapaz de olhos claros sempre quis e ambicionou.

No entanto, o conto de fadas virou um inferno ao perceber que Aiba já tinha um relacionamento. E era com alguém tão odioso quanto Sakurai Sho!

Jean havia chegado ao Japão logo após o rompimento de Sakuraiba. Foi testemunha do sofrimento pelo qual passou Masaki, e viu diversas vezes a maneira bruta com que aquele anjo era tratado pelo rapper. Foi nesse momento que ele pôde enfim entender os sentimentos de Audrey e compreender o porquê da americana detestar tanto Satoshi Ohno.

-Mandaram entregar esse envelope.

A voz do rapaz de entrega o tirou do devaneio. Levou o olhar para o papel estendido. Não havia ninguém conhecido no Japão. Portanto, Jean logo imaginou que o envelope pardo fora mandado por Morgan. A americana havia desaparecido desde que ele lhe enviou as fotos de Jun e Ohno. Estendeu a mão e agarrou o papel. Logo depois dispensou o rapaz de entrega com a mão.

Ao ficar sozinho, abriu o envelope e constatou: não era de Morgan.

-Vagabunda! - Exclamou.

Melanie Vardin era realmente uma vadia traiçoeira. Havia ameaçado a modelo, pois a mesma tinha recebido para acusar falsamente Sakurai. Entretanto, de alguma forma, a loira havia conseguiu o dinheiro para devolver à Jean. Estava tudo lá, centavo por centavo.

A constatação de que Vardin não era mais sua cúmplice caiu como uma bomba sobre o rapaz. Logicamente, ela não era tão indispensável assim aos seus planos. Em contrapartida, sabia demais. O que fazer? Precisava se livrar daquele obstáculo, antes que aquela cobra peçonhenta contasse tudo a Aiba!

Um calafrio percorreu todo o seu corpo ao pensar que Masaki tomasse conhecimento da armação. O ídolo jamais olharia para ele novamente de forma carinhosa, ou lhe trataria de maneira tão informal.

Não podia... não podia! Melanie Vardin precisava morrer!

Levantou-se rapidamente da cadeira, mas antes de chegar a porta, uma pessoa apareceu na entrada. Era Miyasaka, o produtor do estúdio B.

-Karin-san quer falar com você – o homem avisou, já afastando-se.

Inferno!

-Agora não posso! – Touga cruzou por ele, ansioso para chegar logo ao estacionamento.

-Se eu fosse você, iria agora para lá! Ela está com uma cara zangada que dá medo! E os senhores Aiba e Sakurai estão com ela.

Jean estancou.

Aiba-chan estava lá? Por quê?

Tranquilizou-se imediatamente. Seu trabalho no estúdio era perfeito, e talvez a conversa fosse a oportunidade de subir na carreira, trabalhando diretamente com aquele a quem mais amava.

Touga sabia que era um dos melhores funcionários da TV. Karin havia elogiado-o diversas vezes, e ele tentava ser sempre o mais produtivo de todos. Muitos ambicionavam sucesso... mas o que ele buscava era muito mais importante, e esse motivo o impedia de ter cansaço. Dessa forma, acabou se tornando quase indispensável a produtora.

Tranqüilo e com passos firmes, o rapaz caminhou até a sala da chefe.

~~~~~~000~~~~~~

O som da batida na porta quebrou o silêncio que se instalou na sala de Karin tão logo Sho Sakurai contou tudo que havia acontecido.

E a ausência de qualquer barulho que não fosse o da respiração das três pessoas se manteve até a entrada de Jean.

-Sim, Karin-san?

Masaki mantinha a cabeça baixa, mas Sho Sakurai o observou com obvio ódio. Entretanto, Touga não temia aquele olhar. Tudo que queria naquele momento era que Aiba levantasse o rosto e o olhasse. Mas isso não aconteceu, e aquela atitude contida do loiro começou a causar um desconforto tão grande em Jean, que o mesmo começou a se sentir mal.

-Você pagou uma modelo para fingir estar grávida de Sakurai Sho?

A pergunta vinda da produtora fez Touga tomar um susto. Naquele momento Sakurai se levantou e cruzou os braços. Seu olhar gélido surtiu efeito. O mestiço precisou se apoiar na parede próxima.

-Não sei do que está falando, Karin-san... – murmurou.

Porém, a mentira que escapou dos seus lábios demonstrou seu receio. A voz tremida, e uma incrível falta de ar, começou a tomá-lo.

-Mas é muita audácia sua negar! – Sho ridicularizou. – Nós já sabemos da história inteira! – Afirmou. – Você pagou Melanie Vardin para que ela fingisse que estava grávida. Sabia que tive um envolvimento romântico com ela, e então usou isso para destruir a minha vida!

Só naquele momento Masaki levantou o rosto. Erguendo-se da cadeira, o loiro caminhou alguns passos e ficou em frente de Jean. O coração do mais jovem quase parou.

-Por que fez isso, Jean?

Jean...

Não mais Jean-chan! Não havia mais intimidade na voz doce e serena de Masaki.

-Senhor Aiba...

-Você tem idéia do quanto sua mentira me torturou? – Masaki parecia prestes a chorar. – Achei que gostasse de mim. Considerava que fosse meu amigo...

Apesar de ser a pessoa mais sensível dentro daquele ambiente, não foi Masaki que derramou primeira lágrima.

Jean curvou-se perante o loiro, como se houvesse recebido um soco no estômago. Não conseguia suportar o olhar decepcionado do homem a sua frente... o homem que ele amou desde a primeira vez que viu, e por quem venderia a própria alma apenas para ter por perto.

-Não negue porque não adianta. Nós temos provas! Melanie contou tudo! - Sho despejou, sem piedade.

Mas o rapaz não via o rapper. Seus olhos estavam fixos no loiro Masaki.

-Fiz tudo por você... - murmurou, ao perceber que não adiantaria mais mentir. - Fiz tudo para que parasse de sofrer...

Batendo com a mão na mesa, Sakurai exclamou:

-É muito atrevimento seu dizer isso!

Karin suspirou alto, como se estivesse farta daquela conversa.

-Você está demitido - a mulher avisou ao rapaz.

Só naquele momento, Touga percebeu que seu relacionamento com Aiba chegava ao fim. Não trabalhar mais no estúdio significava que jamais poderia se aproximar de Aiba novamente.

-Ele - gritou, apontando Sho - só o fez sofrer! Eu, ao contrário, faria qualquer coisa por você! - Afirmou.

-Você não entenderia meu relacionamento com Sho-san... - Masaki disse, firme. - E nem deve! O que eu vivo com Sho-chan é problema único e exclusivamente meu...

-Quando ele veio nas primeiras horas da manhã ao estúdio apenas para lhe trazer café? – O moço gritou, em desespero. – Quando ele se importou com sua dor? O que esse cara sente por você não se compara aos meus sentimentos!

Naquele instante Jean sentiu-se ser levantado pela camisa. Sakurai havia se aproximado tão rápido e discretamente que o rapaz só sentiu a presença do mais velho quando já não sentia mais os pés no chão.

-Não tente comparar meus sentimentos ao seus, desgraçado! – Sakurai gritou. – Você é um doente!

-Nunca trai o senhor Aiba, nem em pensamento! Ao contrário de você!

Impotente, Sho soltou o colarinho da camisa de Jean, e o largou. Até quando seu pecado seria atirado a sua face? Reconhecia que Masaki o havia perdoado, mas o moreno era incapaz de perdoar a si mesmo.

Masaki viu o namorado curvar a fronte, desmoralizado. O erro cometido a alguns meses atrás havia se tornado o ponto fraco de Sho. A vergonha que o perseguiria para sempre.

-Durante toda a minha vida, as pessoas diziam que eu só havia entrado na banda para somar um número. – A voz surpreendente de Masaki fez ambos se voltarem para o loiro. – Muitos não acreditavam no meu talento, e diziam que o Arashi poderia existir sem mim. Nino-chan era o melhor ator, Sho-kun o apresentador surpreendente. A beleza de Jun o destacava em uma multidão, e o Riida tinha uma voz angelical. Mas eu, Masaki Aiba, era apenas o garoto magro, de voz estridente.

Sho abriu a boca para negar aquilo, mas o olhar de Aiba o calou. O loiro queria e iria continuar.

-Então surgiu a oportunidade de eu participar de um programa já famoso no horário. Eu entraria para o time de apresentadores do canal, e precisava manter a audiência do programa alta, ou seria massacrado pela imprensa.

Masaki suspirou alto antes de prosseguir.

-No dia da minha estréia, Nino-chan, Oh-chan e Jun-chan estavam trabalhando, mas me mandaram mensagens no celular me desejando boa sorte. Todos, menos Sho-kun. Eu sabia que ele estava ocupado gravando um comercial para uma marca famosa, então imaginei que o trabalho o havia ocupado tanto que não sobrou tempo para ele me deixar uma mensagem.

Naquele instante, Masaki sorriu. E Jean viu Sho-kun devolver o sorriso. Notou então que entre eles havia uma cumplicidade inatingível para qualquer outro casal.

-Quando eu entrei ao vivo, mal notava o público a minha frente. Era a primeira vez que eu apresentava um programa longe dos outros membros, e estava tão nervoso que não notei...

-Não notou o quê? – Jean indagou, num sussurro triste.

-Sho-kun foi escondido me assistir. Ele estava em um canto, com um boné e um óculos tão grande que quase cobria seu rosto...

-Fiz o comercial na maior pressa, e consegui chegar a tempo de ver a estréia de Aiba-chan...

-Sim, isso mesmo – Masaki completou. – E, naquele momento tão difícil, Sho-kun esteve lá. E, se eu pensar nos piores momentos da minha vida: minha doença, minhas fotos do escândalo, e todo o resto, eu vou lembrar que Sho esteve ao meu lado durante todos eles.

Seus olhos saíram do namorado e centralizaram em Jean.

-Você está certo em dizer que Sho-chan não faz coisas românticas – concordou. – Sho-chan quase nunca lembra das datas importantes, nem me manda flores. Também nunca se levantou cedo para me fazer café, ou me fez uma poesia. Nada disso Sho-chan fez para mim. – O brilho no olhar de Masaki se intensificou, quando o sorriso despontou de forma espontânea. – No entanto, quando eu preciso, Sho-kun está lá. Quando fiquei doente, foi ele que segurou minha mão, e disse que tudo ficaria bem. Quando eu sinto medo, ele diz que sempre vai me proteger. Quando me sinto inseguro, ele diz que me ama...

Sho sorriu ao perceber que toda a intenção das palavras eram demonstrar a Jean que os erros que Sakurai cometeu haviam ficado no passado, e que Aiba não mais se recordaria deles.

-É verdade que Sho-chan ficou com Melanie. Não vou culpá-lo, pois ela é linda, doce e gentil. Eu mesmo, se não fosse tão apaixonado por Sho-chan, poderia facilmente me enamorar dela.

-Aiba-chan... – Sho murmurou.

-No entanto – Masaki não permitiu que Sho o interrompesse -, o fato é que Sho-chan ficou com ela enquanto nos estávamos separados. Não houve traição, porque não estávamos com nenhum compromisso. Sho-chan pode ter muitos defeitos, e garanto, ele tem - completou rindo –, mas deslealdade não faz parte do caráter dele.

-Mas ele sabia que o senhor gostava dele! – Jean insistiu, dirigindo-se a Masaki.

-Sim, ele sabia. Mas, às vezes, numa relação, o orgulho é mais forte que tudo. Sho-kun estava magoado comigo por um motivo que só cabe a nós dois – Masaki explicou. – E, não quero, não aceito e não vou tolerar que você lance sobre ele acusações. O que aconteceu entre Mel-chan e Sho-kun é problema deles, e no máximo, meu. Não diz respeito a você!

Sho viu então que Aiba estava zangado. Aquela cena era muito rara de se ver, e ele sorriu diante disso.

-Eu acreditei que fosse meu amigo – Masaki continuou. – Acreditei que fosse um fã. Dei a você o respeito que daria a qualquer fã. Porém, você ultrapassou todos os limites! Você usou a magoa de Mel-chan contra a pessoa que eu mais amo no mundo!

-Se o senhor se separasse dele, eu teria uma chance de demonstrar meus sentimentos – Touga explicou -, e sei que o senhor poderia se apaixonar por mim...

-Eu não te amo.

-Meu amor bastaria para nós dois!

-Todavia, dispenso – Masaki sentiu-se cruel, mas continuou. – Uma pessoa capaz de usar outra para chegar a um objetivo não faz parte do meu núcleo de amigos, fãs, e muito menos, de namorado.

Em pânico, Jean tentou se aproximar de Masaki, mas Sakurai se interpôs no caminho.

-Escute bem com atenção – Sho elevou a voz -, nunca mais chegue perto de Aiba! Nunca mais olhe para ele! Nunca mais leia noticias sob ele! Esqueça Aiba! Apague-o da sua memória! Porque se eu suspeitar que você sequer tentou chegar perto dele, juro que acabo com você!

-Não tenho medo das suas ameaças! – Jean gritou.

Naquele instante, sentiu um soco no nariz. Para sua sorte, Masaki segurou o amante, impedindo-o de continuar, e Karin – que até aquele momento se mantinha em silêncio – colocou-se a sua frente.

-Sem violência, Sakurai! – A mulher gritou, e então virou-se em direção ao jovem. – E você, saia daqui! Passe na próxima semana no recursos humanos para acertar seus honorários, mas não se aproxime mais da banda!

Arrasado, Jean afastou-se em direção a porta. Desesperado, sabia que precisava de alguma coisa para que pudesse reverter aquela situação... mas o quê?

-Senhor Aiba... – tentou sua última cartada. – Eu fui obrigado a fazer isso...

-Conta outra... – Sho riu.

Porém, a reação de Sakurai foi instantânea. Logo em seguida, percebeu algo que o deixou intranqüilo desde que soubera da verdade: como aquele idiota poderia criar um plano tão bom?

-Quem obrigou? – O moreno perguntou.

-Morgan! Audrey Morgan! Eu a conheço da faculdade, e ela usou meu amor contra o senhor, Aiba-kun – o rapaz chorava, olhando para Masaki. – Por favor, me dê uma chance...

-Saía daqui! – Masaki o interrompeu, friamente. – Não quero mais ouvi-lo! Você abusou da minha confiança, e da minha amizade! Se realmente gostasse de mim, como tanto insiste em afirmar, se negaria a me fazer sofrer.

Logo após isso, o próprio Aiba o empurrou para fora e fechou a porta. Por alguns segundos, o jovem encarou a madeira fria, pensando desesperadamente em que atitude tomar.

Subitamente, o desespero deu lugar ao ódio. Perdera Masaki Aiba... e por culpa da vadia Melanie Vardin.

Correu até o estacionamento, ansioso para chegar logo ao carro e ir até a modelo. Iria buscar sua vingança! A desgraçada não sabia o que a aguardava!

Porém, antes de se aproximar do veículo, o celular vibrou no bolso de seu casaco. O buscou e atendeu, sem sequer conferir o número.

-Sim?

-Nessas horas você já deve ter sido demitido!

Melanie!

-Cadela! Estou indo até seu apartamento e...

-Estou na sala de embarque do aeroporto internacional de Tókio – a loira o interrompeu, rindo. – Como sei que você é um doente, só contei a verdade a Aiba após ter comprado minha passagem, e estar pronta para ir embora.

-Vou atrás de você nem que seja no inferno...

-Bom, terá que ir até lá para me achar... – ridicularizou.

-Vou me vingar!

-Não me ameace! Não sou uma tola para que você manipule do jeito que quiser! Se quiser vir atrás de mim, venha! Mas saiba que se quiser guerra contra mim, você terá! Assim como você, não tenho nada a perder!

Jean se calou. Baixou o telefone devagar, e o desligou. Não, Melanie Vardin não seria facilmente amedrontada. A cretina já havia sofrido demais para que suas palavras surtissem algum efeito sob ela.

Touga então sentiu que o rosto se molhava pelas lágrimas que desciam. Estava desesperado... não podia perder Aiba... não podia...

Precisava de ajuda! E a ajuda só viria por uma pessoa: Audrey Morgan!

~~~~~~000~~~~~~

Quanto tempo estava sentado em frente à mulher morena? Ohno Satoshi não tinha idéia. Passou boa parte da manhã e início da tarde ali, imaginando como puxar assunto.

O silêncio foi interrompido uma única vez, por Matsumoto Jun, que viera trazer seu almoço e o de Audrey. Ao contrário do que ele imaginava, ela comeu com gosto, não fazendo nenhum tipo de birra.

Após isso, voltou à cama e deitou-se.

Mais silêncio.

Queria conversar com ela. Conhecia sua história, e queria demonstrar àquela garota que as coisas não eram exatamente como ela supunha. Porém, sua já tão conhecida incapacidade para as palavras foi mais forte que a sua disposição.

Eram duas da tarde quando o homem levantou-se da cadeira e deixou o quarto, trancando a porta. Sentia-se derrotado por sequer conseguir engajar algum diálogo, mas logo se perdoou, afinal, o mais comunicativo deles – Sakurai Sho – também não fora feliz em conversar com Morgan.

Começou a caminhar pelo corredor do apartamento de Masaki. Jun-san havia avisado que precisava fazer uma gravação a tarde, e por esse motivo não estaria presente. Naquele instante, apenas Audrey, Nino e Ohno se concentravam dentro daquelas paredes.

Já estava chegando à sala, quando esbarrou em Nino, que estava saindo dela.

-Gomen – murmurou.

Porém, Kazu não ergueu a cabeça, nem sequer o olhou. Sua clara tristeza machucou Ohno, que, naquele instante, teve que se segurar para não agarrar Ninomiya e o levar ao quarto, demonstrando o quanto queria a presença do outro.

Nino desviou de Satoshi e começou a caminhar, em passos vagarosos em direção ao quarto que ocupava.

-Você está bem? – Indagou ao perceber o quão lentamente Kazu caminhava.

Nada.

-Nino-chan? – Chamou, com a voz alta.

Só então o mais jovem ergueu a face e o olhou.

-Sim?

-Indaguei se está bem... – Ohno explicou.

-Estou...

-Sente dores? – Não conseguia evitar se preocupar.

-Um pouco.

O suspiro de Kazu impeliu Ohno. Apesar da firme determinação em dar um gelo no namorado, Satoshi viu-se de repente ao lado do mesmo, olhando-o com apreensão.

-Seu pai machucou suas pernas? – A voz saiu mais tremula do que Ohno desejava.

-Não importa...

-Nino-chan – Ohno repetiu. – Só quero ajudar...

O olhar de Kazu pareceu zangado.

-Se quer mesmo saber, caí em cima da televisão quando meu pai me socou, e minhas pernas se chocaram contra a mesa. Mas não, não quero a sua piedade!

Satoshi sabia o porquê de Nino estar reagindo assim. Kazu não era acostumado a ser confrontado, e quando isso acontecia, reagia com raiva.

-Agora vou pro meu quarto! Com licença!

O rapaz deu dois passos, segurando as lágrimas por saber que Ohno o observava com obvia compaixão. Sentiu-se morrer de vergonha! Além de o rosto estar aquele horror, ainda era obrigado a agir como um fracote diante do Riida.

Porém, para a sua surpresa, não caminhou muito. Logo viu-se sendo erguido do chão, e conteve um grito de surpresa. Espantado, observou a obstinação no olhar de Ohno.

-É melhor você poupar suas forças para ficar bom logo... – Satoshi murmurou.

Pelos céus! Mal haviam se tocado, e parecia que toda a carga explosiva e sexual que tinham eclodia diante deles. Nino mordeu os lábios tentando conter um gemido, e Ohno tentou ignorar as reações do próprio corpo.

De manhã, após a discussão, Satoshi foi ao banheiro, tentando aliviar a sua própria excitação. Para sua surpresa, descobriu que os métodos usados frequentemente pelos homens em situações como aquelas, de nada lhe valiam. Quando fechava os olhos, tudo que via era o bumbum arrebitado de Nino, oferecendo-se para ele...

Chega!

Começou a caminhar rapidamente em direção ao quarto. Com o pé, abriu a porta, e ansioso, pousou Nino por entre os lençóis.

Contudo, algo saiu errado, porque tão logo colocou Nino na cama, viu a si mesmo deitando por cima do outro, e em seguida, os lábios de ambos se fundiram, num beijo intenso e selvagem.

Os dedos pálidos de Kazu deslizaram pelas costas de Satoshi, chegando até seu bumbum. O moreno apertou as nádegas do líder contra si, e riu ao ouvir o gemido baixinho de Ohno.

Nada mais importava. Kazunari esqueceu a briga e a forma como Ohno o desprezou. Precisava fazer as pazes com o namorado! Sentia a urgência do próprio corpo para que ficasse as boas novamente com o mais velho.

-Oh-chan... – murmurou. – Eu te amo tanto...

De repente, Ohno travou. Ninomiya sentiu a sensação imediatamente, e beijou o namorado com paixão, tentando fazer a necessidade sexual de Ohno se tornar mais forte que seu raciocínio.

-Deixe-me fazer oral em você – pediu. – Sei que você gosta...

Ohno tentou afastar o corpo, mas Nino parecia ter adquirido as forças. Num abraço firme, recusou a separação.

-Faço o que você quiser, Oh-chan... – Nino tentou impedir-se de chorar, sem sucesso. – Qualquer coisa...

Os dedos ágeis foram até a calça jeans de Ohno e, abrindo o zíper, libertou o membro rígido. As lágrimas sumiram ao perceber que havia uma esperança, afinal, o desejo de Satoshi ainda era vivo e presente.

-Não, Nino-chan... – Satoshi negou. – Lamento por tudo isso... preciso ir – suas palavras eram desencontradas.

Porém, o corpo não o obedecia. Caiu para trás e sentiu que o moreno avançava contra si, sem pudores. O quadril de Ohno começou a se mover sozinho, para cima, em busca de Kazu.

-Me come, Oh-chan...

Foi então que Ohno se cegou. Apesar de Nino nunca ter agido de forma tímida na cama, era a primeira vez que ele falava algo tão pervertido. E Satoshi ficou tão excitado por aquilo, que ergueu-se o suficiente para derrubar Nino para trás, e avançar sobre ele.

Como ele arrancou a calça de linho de Nino, Satoshi não sabia. Só percebeu que agia como um animal no cio quando olhou para baixo e viu Kazu, de costas, sem calça ou cueca, esfregando o bumbum contra seu pênis duro.

O mais novo gemia alto, gritando o nome de Ohno. Era uma sorte que as paredes fossem a prova de som, pois o que diriam ou vizinhos se ouvissem aquilo? E Audrey? Provavelmente era arrombaria a porta, e viria até o quarto de Nino.

Descendo as duas mãos pela lateral do corpo de Kazu, Ohno chegou até as nadegas firmes. Apertando cada parte delas, abriu-as, ansioso por se afundar dentro do moreno.

Tão frágil, tão sexy e tão felino. Assim era Kazunari Ninomiya. E Satoshi não podia resistir... e não queria.

Todavia, na vida, muitas vezes a honra e o amor são mais fortes que o instinto. E, surpreso consigo mesmo, Ohno teve forças para deixar Nino na cama e se levantar. Ergueu as calças, e encarou o jovem. Esperou as lágrimas de Nino, mas só encontrou raiva.

-O que está fazendo? – Nino indagou, pausadamente. – Volte agora para a cama! – Ordenou.

-Eu lhe disse, Kazu-chan – Ohno fechou o cinto e foi em direção à porta. – Acabou. E pare de tentar me seduzir, não vai funcionar.

Tão logo fechou a porta atrás de si, ouviu o som de algo se partindo. E depois de novo. E de novo.

Os vasos chineses de Masaki!

Nino estava atirando os artefatos contra a porta.

Satoshi reprimiu uma risada. Aiba ficaria muito zangado quando visse o estrago. Teria que pagar aquela conta, bem sabia, mas de alguma forma, toda a briga estava valendo muito a pena.

Nino merecia aquela punição, e saber que estava desesperando Kazunari pelo desejo causou um grande bem ao ego de Satoshi. Porém, o corretivo estava lhe custando o sono, e a paz.

-Ah, Nino-chan – murmurou -, aprenda de uma vez!

Mal podia esperar para voltar às boas com Nino. E sabia, quando isso acontecesse, o sexo entre eles seria inesquecível...

Continua...
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Sex Fev 12, 2010 10:38 pm

Citação :
Naquele instante, Masaki sorriu. E Jean viu Sho-kun devolver o sorriso. Notou então que entre eles havia uma cumplicidade inatingível para qualquer outro casal.
é eles são perfeitos *----------------------*
VAI SHO-KUN!!!!!!!!!
8DDDDDD

Citação :
O suspiro de Kazu impeliu Ohno. Apesar da firme determinação em dar um gelo no namorado, Satoshi viu-se de repente ao lado do mesmo, olhando-o com apreensão.
É o amoooooooooooooooooooor!!
que mexe com minha cabeça e me deixa assim!!
que faz eu lembrar de você e esquecer de mim...
*tah chega*
SHAUSHAUSHAUHSAUSH

Citação :
-Oh-chan... – murmurou. – Eu te amo tanto...
Citação :
-Deixe-me fazer oral em você – pediu. – Sei que você gosta...
Citação :
-Faço o que você quiser, Oh-chan... – Nino tentou impedir-se de chorar, sem sucesso. – Qualquer coisa...
Que resitência hein Oh-chan!!!
Ninguém resistiria ao Nino... ele pode!!
SHAUSHAUSHAUHSAUSH
*aliás, pra quê resistir neh... bobeira xDDD*

Citação :
-Me come, Oh-chan...
juro que tive que ler essa frase umas seis vezes!!
foi, tipo assim, SENSACIONAL 8DDDDDD
:9

Citação :
-O que está fazendo? – Nino indagou, pausadamente. – Volte agora para a cama! – Ordenou.
HOHOHOHOHOHOHOHO
Nino mau xDDD
8DDDDDDDDDDDD
gamei *------------------------*
HAUHAUAHAUHAUHAUH

meninaaaaaaaaaaaaaaaaa *-*
a cada dia que passa você escreve melhor 8DD
a briga Ohmiya tah sensacional, incríveeeeeeeeel s2
eu fico pensando quando o Nino-chan vai aprender...
*eu sinceramente eespero que muito tempo*
SHASHAUSHAUSHUAHSUAHS

brigada pela fic *-*
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Sab Fev 13, 2010 3:11 am

Hm entao esse é o passado do Jean
Ih Jean a coisa ficou feia p/ o seu lado
bem feito haha
ninguem separa um amor verdadeiro cmo o d Sakuraiba *-*
ih audrey e agora hein q eles ja tao sabendo das coisas q vc anda aprontando? ta ruim p/ vc tbm haha
Ow mto lindo td q Aiba foi flando do Sho *----*
e o fato do Sho ter feito td aqlo tbm é mto lindoo *---*
aiai q homens hein
qro um desses p/ mim xDD
waa Ohno é tao resistente hein, ta firme nao cedendo ao Nino, ta certissimo, ms apesar disso eu fico c/ dó do Nino hehe
Oh-chan meu heroi
ainda mais resistindo ao Nino
qm consegue algo assim? eu nao sei se conseguiria shashahsha xD
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Dom Fev 14, 2010 5:40 am

nossa, o passado do jean é triste D:
e o jean vai se arrepender pelo resto da vida por ter feito aquilo . .-.
nossa, como o ohno é malvado ASUGISAUHUSAIHOSIOHSHISA
mais tá, o nino mereceu, não é legal quando brincam com os nossos sentimentos.
experiencia própria
amei
parabéns, brigada


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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Dom Fev 14, 2010 10:56 pm

Naty/
Ri demais quando vc disse que leu 6 vezes...kkkkk
Realmente, todo o dialogo do Nino foi pra deixar qualquer um a beira de um colapso. Pense: ELE AMA O NINO, ELE TEM TESAO PELO NINO, NINO ESTÁ NU... Mas ele nao pode... é tristeeee

Jura que gostou de sakuraiba? Amo demais qdo tem cenas deles. E essa foi especial..pq demonstra que o qto eles sao cumplices...
Mtooo obrigada pelo comentario amor^^

Nara:
Juro pra ti que nas cenas q o Aiba diz que o Sho nao é romantico, mas que começa a falar das outras qualidades do sho, eu fiquei emocionada. Acho que amor é isso..é ver os defeitos, mas relevar... afinal, ninguem é perfeito...
Sem comentarios pro Ohchan...dava td pra tah no lugar dele..

Mii
Triste? Sabe que pode ser isso. Cresceu sem pai e sem uma referencia masculina..talves aí esteja a principal explicação...
Mtoooo obrigada pelo comentario flor^^
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Seg Fev 15, 2010 1:30 am

Citação :
Naty/
Ri demais quando vc disse que leu 6 vezes...kkkkk
Realmente, todo o dialogo do Nino foi pra deixar qualquer um a beira de um colapso.
noffa com certeza neh!!!
eu tava doidinha já 8DDDD
ah se o Nino dissesse esssas coisas pra mim :9
SHAUHSAUSHAUSHAUHS

Citação :
Pense: ELE AMA O NINO, ELE TEM TESAO PELO NINO, NINO ESTÁ NU... Mas ele nao pode... é tristeeee
triste, frustrante e broxante neh =/
é tão bonito o Ohno se entregar pro Nino *-*
[bem q aquela inversão de papéis, de quem é ativo e quem é passivo, podia realmente acontecer neh 8D]
SHAUSHAUSHAUSH

Citação :
Jura que gostou de sakuraiba? Amo demais qdo tem cenas deles. E essa foi especial..pq demonstra que o qto eles sao cumplices...
eu amo Sakuraiba
tenho um carinho mto grande por eles =DDDDDD
nem sei por que, mas as vezes eu tenho a sensação de que o Sho cuida bastante do Aiba
no dia a dia mesmo, aí sempre que eu vejo sakuraiba fico emocionada SHAUSHAUSHAUHS
por isso eu disse uma vez que eu queria que tivesse uma cena mais detalhada deles, e uma coisa mais romântinca sabe?
o Sho tem cara de romântico, mesmo na história ele não sendo, e o Aiba é todo inocente...
*---------------------*
não tenho muito o falar de sakuraiba, sou apaixonada
[e tbm tenho uma fissuração pelo Sho neh, nem preciso dizer xDDDDD]
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Seg Fev 15, 2010 2:57 am

Amor, sabe que eu nao gosto de afirmar o que nao tenho certeza...mas o episodio de gaikou me deixou desconfiada sobre sakuraiba. Tipo..sho tava olhando (eu vi) pras pernas da guria (?), dai o aiba se levantou e disse: "acho q estou engordando" e o sho meio que se tocou o que estava falando, e desviou completamente os olhos da guria e ficou olhando pro aiba com um olhar apaixonado.
DETALHE: Era uma camera escondida e eles nao sabiam que estavam sendo gravados. Foi uma coisa "dia a dia"...
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Qui Fev 18, 2010 6:00 pm

Rendição

Capítulo XXXVII

Por Josiane Veiga

Nota da Autora: Ahhhhhhhh... O cap. 37! Esperei tanto por ele. Enfim, uma das primeiras cenas planejadas por mim quando comecei Rendição há alguns meses atrás se desenrola nele. Quem sentir disposição, se um dia reler Rendição, releia pensando em Audrey com a visão dada por Sho agora. Vocês verão a incrível verdade sobre a personalidade dela.

Estou tão orgulhosa de ter conseguido permanecer fiel a história, sem alterar seu curso, que me felicito.

E sim, Rendição está terminando... mas acredito que ainda me trará muitas alegrias.


--------------------------------------------------------------------------------


-Mas... eu... quebrei... seus vasos...

Masaki contou até dez. Não estava zangado, mas cada vez que Nino começava a fungar entre lágrimas, o loiro sentia a paciência se esvair.

-Tudo bem, Nino-chan... – murmurou, abraçando forte o mais novo. – Eu realmente não me importo...

-Mas eram caros...

Só então Masaki notou o porquê de tantas lágrimas. O preço! Não era a toa que Kazunari era conhecido internacionalmente por ser avarento. Vasos chineses sempre são caros, e era muito provável que tão logo Nino os tivesse jogado contra a parede, lembrou-se do valor altíssimo dos artefatos, e então começou a chorar.

-Mas Oh-chan vai pagá-los... – Aiba suspirou. – Não foi ele o culpado de tudo afinal?

Nino afirmou com a face e escondeu o rosto no peito de Masaki. Sim, Oh-chan era o culpado! Como o Riida se atrevera a deixá-lo na cama, excitado e não satisfeito?

-Joguei todo o meu charme, e ele nem se importou... – Nino recomeçou a chorar. – Ele não vai mais voltar pra mim, Aiba-chan...

-Claro que vai! Ohno-san está zangado, e você sabe muito bem que ele, quando se zanga, é de difícil personalidade. Mas, isso passa...

-E se não passar?

-Vai passar...

Involuntariamente, Masaki sorriu. As coisas estavam voltando a sua normalidade, pelo jeito. Kazu voltava a ser o menino frágil que seguidamente lhe pedia colo. Sho-chan voltava a ser somente seu e a traição não passaria de uma lembrança ruim. Enfim, só faltava mesmo a dupla Ohmiya se acertar. E isso precisava ser logo! Afinal, se Ohno continuasse a se fazer de difícil, logo não restariam mais vasos, copos e qualquer material quebrável na casa de Aiba.

Baixou a face e observou o rosto molhado do moreno. Reprimiu um suspiro. Nino era tão lindo, e Masaki ficou espantado por saber que Ohno havia conseguido refrear o desejo sexual. Satoshi devia realmente estar muito zangado!

Havia chegado a dez minutos do estúdio, na companhia de Sho. Acreditou que o namorado iria direto ao quarto de Audrey, ofender a garota. Todavia, mais uma vez, o rapper o surpreendeu.

Espantado, viu o amante correr em direção ao quarto de Masaki, e começar a revirar as gavetas.

-O que você procura? – Inquiriu.

Entretanto, Sakurai estava tão absorvido por sua busca que nem percebeu que Masaki falara com ele. Dessa forma, o loiro deixou-o sozinho e foi ver Nino. Chegou pé ante pé, pois cria que Ohno poderia estar lá com mais novo, num momento romântico. Mas, para seu total espanto, encontrou o rapaz sentado ao chão, nu e chorando sobre cacos do que um dia foram seus vasos chineses.

-Você tem certeza que pediu desculpas para Ohno-san? – Perguntou, mais uma vez.

-Sim – Nino afirmou. – Eu disse que o amava... – soluçou.

Arqueando a sobrancelha, Masaki sugeriu:

-Talvez você deva deixar de ser tão bonzinho...

-O que quer dizer? – Kazu levantou a cabeça do colo do amigo, e o encarou.

-Às vezes, na cama, a gente tem que ser um pouco... – meditou nas palavras a usar – ousado...

-Oh-chan e eu somos ousados na cama! – Ninomiya parecia ofendido.

-Eu sei disso! Vocês devem ser bem ousados, porque da outra vez que esteve hospedado em minha casa, não saiam do quarto, e dava para ouvir os gemidos dos dois durante horas... – o sorriso de Masaki era cruel. – E olhe que as paredes são a prova de som.

Nino fez bico.

-A questão é: faça coisas que ele não espera!

-Que coisas?

-Bom, que tal surpreende-lo com palavras sujas?

-Eu mandei ele me comer! Tem idéia do que é isso?

Masaki arregalou os olhos.

-Então diga o que vai fazer. Narre a transa para ele!

-Eu avisei que faria oral, e Oh-chan não pestanejou em se levantar da cama!

Aiba não resistiu e gargalhou. A sua frente, Nino pareceu possesso pela atitude do amigo.

-O que tem de tão engraçado?

-Você está com problemas... – o loiro respondeu.

-Eu sei disso, baka!

Parando de rir, Masaki puxou o rosto do amigo para próximo do seu.

-Mas você ama Oh-chan, né?

-É óbvio!

-Ama muito, muito e muito?

-Sim.

-Faria qualquer coisa por ele?

-Hunf...

-Faria?

-Droga, eu faria! O que tem em mente?


--------------------------------------------------------------------------------

Audrey olhou para a janela do quarto. Sentia-se muito zangada por ser obrigada a ficar ali, separada de Kazu e na presença daquela cambada de imorais. Mas, que escolha tinha? Se dissesse que queria ir embora, era provável que a deixassem ir, porém, se assim o fizesse, talvez nunca mais conseguisse se aproximar do namorado.

-Por você, Nino... faço qualquer coisa... – murmurou para si.

Levantou-se da cama e foi até a abertura na parede. Olhou para fora, por entre a vidraça. O inverno de Tókio, em seu auge, afugentara até mesmo os pássaros, mas a beleza ainda era significativa.

Suspirou.

Ouvira Sakurai e Masaki conversar no corredor de que a produtora deles iria aparecer naquele mesmo dia para ver Nino. Por sorte, mais tarde, os dois comentaram no mesmo lugar de que a mulher tivera um contratempo e só viria no dia seguinte. Quando isso acontecesse, sua cartada tornar-se-ia claramente fracassada. O pai de Kazu demonstrou sua estupidez ao bater no filho, e assim, os executivos da Johnny jamais permitiriam que o rapaz ficasse sob a tutela paterna.

Por culpa daquele idiota, agora era obrigada a suportar a presença das pessoas que mais odiava no mundo apenas para permanecer na mesma casa que Nino estava!

Pensava sobre isso quando ouviu a porta sendo aberta. Voltou-se para a entrada e seus olhos encontraram o moreno Sho Sakurai. Sérios, por alguns instantes eles somente se observaram, até o rapaz tomar a iniciativa de falar:

-Como foi seu dia?

Audrey estava resoluta em não conversar com ele, ou com qualquer outro membro da banda. Detestava aquela falsidade apresentada por aqueles seres inescrupulosos que fingiam que não a odiavam. Pelo menos nisso, ela tinha alguma simpatia por aquele rapaz de olhar agressivo chamado Matsumoto, porque o rapaz dizia aos borbotões o quanto a detestava.

-Queria ter vindo conversar com antes, mas esperei chegar o momento certo... – o rapper murmurou.

Morgan permaneceu em silêncio. Com os olhos passeou pelo corpo de Sho até chegar em suas mãos. Percebeu então que o homem segurava uma pasta.

-Como você já sabe, Masaki-chan, Jun-chan e eu conhecemos a freira Misao. Ela nos contou sobre sua infância, e então pude compreender os motivos que nos levaram a chegar até aqui, Audrey-san.

Audrey-san? A mulher sentiu vontade de gargalhar naquele instante, mas qualquer sorriso morreu na sua face, perante as palavras seguintes:

-Imagino o quanto você sofreu nas mãos daquele monstro...

O que ele queria? Despertar sua simpatia?

-Tenho consciência que você olha para os gays, e vê o seu padrasto. Mas, eu queria que entendesse que homossexualismo e pedofilia são duas coisas diferentes. Dá mesma forma como seu padrasto pegou seu irmão, muitos homens pegam meninas também. Essa prática infeliz, infame e maldita, infelizmente, é mais comum do que se pensa.

-E o prêmio Nobel da paz vai para... Sakurai Sho! – A voz firme e irônica de Morgan inundou o ambiente. – O maior defensor das práticas nojentas!

Era jocoso que as primeiras palavras que a morena dirigia a ele dentro daquelas paredes fossem tão vulgares. Mas, Sakurai respirou fundo, certo do que fazia. Pessoas como o moreno são guiadas por obrigações psicológicas, movidas pela vontade de mudar o mundo.

Assim, Sho desconsiderou as palavras infames, e tentou manter a calma.

-Audrey, Nino não é seu irmão... – disse, firme. – Eu sei que você quer o proteger, porque considera que Ohno se aproveita dele, mas eu afirmo-lhe: Kazu é completamente amado por Satoshi, e o Riida jamais faria nada de mal contra ele.

-Já fez! – Os olhos de Morgan brilhavam de ódio. – Seu maldito líder fez Nino acreditar que era... – a voz morreu, para depois retornar, fraca -, que gosta de ser usado como uma mulher.

-Ohno-san e Nino-san não se usam. Eles se amam há muitos anos, e o sentimento deles é puro e doce. Não é perverso, nem sujo!

Ela riu, ferina.

-Olha só quem me diz isso? Você se deita com aquele...

-Não fale de Aiba! – Sho elevou a voz, a interrompendo. – Aiba-chan é minha vida, e não vou deixar você falar nada contra ele!

Frente a frente com aquela garota, o rapaz tentou voltar a adquirir a frieza necessária para a conversa.

-Desculpe-me... – murmurou. – Por ter gritado com você – explicou.

Passou os dedos pelos cabelos escuros e fechou os olhos. Respirou fundo novamente, e só então voltou a encará-la, prometendo a si mesmo de que não perderia a paciência.

-Você armou para me separar de Aiba, usando seu amigo... - recomeçou.

-Jean não é meu amigo.

A interrupção da morena, com o tom firme e não constrangido pela descoberta da sua armação, fez com que Sakurai se surpreendesse.

-Touga Jean é um ser abominável. Um dia, no passado, acreditei que ele fosse meu amigo. Mas, depois de descobrir as práticas sujas que gosta, desconsiderei-o completamente.

-Você arrumou um emprego para ele na JE... – Sho sussurrou. – Por quê?

-Você me provocou. E Masaki me insultou. Não uma, mas várias vezes. Eu notei a relação de vocês, e quis que se separassem para que sofressem.

-Tão simples assim?

-Por que eu teria que ter alguma piedade com seres anormais? Jean, além de doente pelo seu namorado, também é japonês. Não seria complicado ele conseguir um visto para vir trabalhar. Foi muito fácil usar a influência de ser namorada de Kazu, e conseguir um estágio para ele. O resto, eu deixei por conta daquele idiota.

-Mas Melanie foi idéia sua. Aquele imbecil jamais pensaria em algo assim!

-A modelo? Sim, foi minha idéia.

-Por que uma gravidez? – Sho questionou. – Isso poderia ser facilmente desmentido...

-Não, a gravidez não era importante. O aborto era. Aiba é muito sensível para aceitar que se matasse uma criança, então eu usei isso contra ele.

-E as ameaças de aborto acabariam por me separar de Masaki-san...

-Exato.

Sakurai sabia que devia estar com raiva, mas não conseguia. Tudo que seu coração sentia era admiração.

-Você é muito inteligente...

-Você facilitou. É o tipo de pessoa leal, e a sua culpa me era muito benéfica.

-Com tantos problemas – Sho completou o pensamento dela -, Ohno-san e Nino-san não teriam nosso apoio, e assim seria mais fácil separá-los.

Audrey mordeu o lábio inferior.

-Pensei assim – admitiu. – Mas, mais uma vez, você surpreendeu.

-Por quê?

-Apesar de tantos problemas, Aiba e você não deixaram Ohno sem amparo em nenhum momento.

Sho sorriu, sem jeito.

-Amamos muito àqueles dois... – disse, pacífico.

Morgan permaneceu séria. Havia confessado seus erros, mas não sentia receio de represálias. Ainda tinha as fotos de Nino para ser usadas em chantagens, e era aquilo que não a fez desmoronar perante o rapaz.

-O que vai fazer? – Indagou.

O rapper a encarou.

-Como?

-Agora que sabe de tudo, como vai me punir?

Sho a observou atentamente. Aquela garota era maluca, mas era incrivelmente corajosa.

-Quero mostrar algo a você.

Só então o pensamento de Morgan voltou para a pasta que o rapaz tinha nas mãos. Havia se esquecido completamente dela. Atônita, o viu caminhando até a cama e sentando-se no colchão. Por alguns segundos, permaneceu estática, observando-o. Após isso, todavia, o seguiu.

-Quando Misao nos contou sobre você, eu pensei em algo importante, mas não quis compartilhar com meus amigos, até porque não tinha nenhuma prova – ele sussurrou. – Mas, agora que me confessou tudo, percebo que tinha razão...

Curiosa, ela permaneceu em silêncio.

-Você quis me separar de Aiba, não porque vê um de nós como um ser frágil e o outro um aliciador, e sim porque a provocamos.

Não entendendo onde Sho queria chegar, Audrey não resistiu:

-O que quer dizer?

-Masaki-chan e eu temos a mesma altura e tipo físico. Apesar de sermos diferentes em algumas coisas, nós dois somos magros, jovens, etc... Você não vê pedofilia em nós.

Sho abriu a pasta. Dentro dela, fotos se espalhavam aleatoriamente.

-Mas Nino-chan e Oh-chan não são assim. Nino é pequeno e aparenta ter no máximo dezessete anos. Ohno-san não. Apesar de terem a mesma altura, o rosto de Ohno-san é de uma pessoa bem mais velha. Ele tem vinte e seis anos, mas poder-se-ia dizer que tem trinta.

Silêncio.

-Os dois têm praticamente a mesma idade, mas Oh-chan lembra seu padrasto pelo aspecto físico, enquanto Nino a seu irmão pela fragilidade...

Enquanto dizia essas coisas, Sakurai começou a revirar a pasta, e então retirou dela uma foto velha.

Estendeu-a a Morgan.

Audrey, por alguns segundos não teve coragem de levantar a mão e segurar a fotografia. Mas, fez isso, apesar da hesitação. A foto era de duas crianças. O da direita era Nino. A mesma face delicada e a mesma aparência de anjo. O da esquerda, ela reconheceu a custo, Ohno Satoshi.

Uma foto que transbordava algo novo em Audrey, e que a fez sentir os olhos se inundarem de lágrimas. As duas crianças da fotografia eram igualitárias. Não havia ou existia qualquer atitude de superioridade.

-Oh-chan ama Nino-chan desde essa idade – Sho apontou para a foto. Seu ombro esquerdo tocou no de Audrey, mas a mulher não se retraiu. – E, como você mesma pode ver, não é um adulto apaixonado por uma criança. São dois anjos, dois seres puros, que se amam de forma única, com um sentimento tão poderoso capaz de transformar a vida deles...

A garota permaneceu parada, incapaz de responder. Sho notava a mudança em seu semblante, mas não tentou força-la a nada.

-Tudo que quero é que veja a verdade, Audrey. Você diz que ama Nino-chan e, por Kami-sama, eu acredito em você; porém, precisa mostrar seu amor com gestos, e não palavras. Você criou uma fantasia na sua mente, e precisa abrir seus olhos para ela. Está tentando separar de Nino a única pessoa que o mesmo amou.

As mãos dela tremeram de forma imperceptível.

-Não está presa a esse quarto. Se quiser ir ver Nino-chan, fique a vontade. Você também pode ir a cozinha comer, ou perambular por aí. Sua bolsa está na sala, e você pode ligar para os seus amigos... – Sho avisou. – Você é livre, Audrey. E queremos de verdade que veja que nenhum de nós deseja-lhe mal.

Audrey encarou Sho.

-Por que está fazendo tudo isso? – A voz dela era um murmúrio.

-Você ainda não entendeu?

-O quê?

-Você é igual a mim. Somos dois idealistas pelo mundo. Eu também odeio injustiças e maldades. Se, de fato, Ohno fosse um pedófilo que houvesse encantado Nino na infância, e o feito acreditar numa paixão grotesca, teria em mim seu maior aliado.

Audrey parecia espantada demais para responder.

-Que dia você nasceu? – Sho indagou, de repente.

Surpresa demais para estranhar a pergunta, a mulher respondeu sem pensar.

-Vinte e cinco de janeiro. Por quê?

A gargalhada masculina inundou o ambiente.

-Eu também – foi tudo que disse antes de sair porta afora.


--------------------------------------------------------------------------------

Masaki ainda secava os cabelos quando entrou na suíte de seu apartamento. O banho quente foi relaxante, e o loiro sorria diante da expectativa de colocar seus planos em ação.

O belo rapaz usava apenas uma toalha na cintura, e o aquecimento elétrico do quarto não o deixava sentir frio. Mas, não era somente o aquecedor que causava aquela sensação confortável em seu âmago, mas também a expectativa de ver seus planos funcionarem.

O dia seguinte era véspera de Natal... E era o dia perfeito para colocar em prática seu esquema.

Ainda pensava nisso, quando a porta do quarto se abriu, e por ela entrou Sakurai.

-Sho-chan... – Aiba chamou. – Está sorrindo assim por quê? Achei que o veria possesso de ódio após sua discussão com Audrey.

O namorado moveu a cabeça de forma negativa.

-Não houve discussão. Ao contrário, acho que nós dois até conseguimos nos acertar.

A sobrancelha fina de Masaki elevou-se, em descrédito.

-Está brincando?

-Não! – Sakurai exclamou. – Aquela americana e eu temos tanto em comum, que é impossível para eu não simpatizar com ela.

-Está querendo dizer-me que ficou maluco?

Sakurai soltou uma gargalhada. Instantaneamente, encarou o amante, e só então percebeu a forma como Masaki se vestia.

“Tentador” era uma bela definição.

-Talvez – murmurou malicioso. – Sabia que fica lindo assim?

Masaki olhou para si mesmo, e depois retornou os olhos para Sakurai.

-Assim como? Não estou vestindo nada de especial, somente essa toalha.

-Se tirar a toalha vai ficar irresistível.

Somente então Aiba percebeu o quanto Sakurai estava mal intencionado. Sorriu de forma provocante para o outro, e então foi até o closet.

-Não, Sho-kun...

-E por que não?

-Porque agora vou ir cozinhar para Nino-chan.

Masaki pegou uma camisa e uma calça de lá. Já estava virando-se em direção a cama quando sentiu Sakurai atrás de si.

Na porta do closet, um espelho foi colocado de forma a auxiliar no ato de vestir-se. Porém, naquele momento, o objeto teve por única finalidade ser adorno para a luxuria do moreno.

Masaki reprimiu um gemido ao sentir e ver Sakurai beijar-lhe o pescoço de forma tão doce. O rapper sabia ser gentil quando queria.

-Sho-chan... – chamou, fraco. – Nino-chan está me esperando...

-Ele não vai morrer de fome...

-Eu prometi...

O restante das palavras morreram na boca ao sentir que Sho o apertava forte, intensificando o beijo ao ponto de já o ter tornado uma mordida.

-Sho-kun! – Reagiu Masaki. – Esse chupão vai ficar visível por uma semana!

Naquele instante virou-se e empurrou o outro. Sem ao menos olhá-lo, foi em direção à cama, e colocou as roupas sobre ela.

-Oi! – Sho quase gritou. – Estou aqui! Está me vendo? Quer me dar um minuto de atenção?

-Mais tarde nós faremos sexo, Sho-kun...

Lívido, Sakurai notou que Masaki sequer pensara para falar. Sentiu o sangue ferver na hora, e tentou conter a vontade de berrar com o outro.

-Você fala como se fosse uma obrigação!

-O quê? – Só então Aiba o encarou. – Como assim?

-Sexo! – Sho esclareceu. – Você fala como se fosse imposição, uma tarefa, uma carga! Como se não fosse um prazer!

-Não coloque palavras na minha boca!

-Você não gosta mais de transar comigo? É isso? Não quer mais? Se não tem mais vontade, é mais digno de sua parte me dizer de uma vez e ficar parando de colocar desculpas!

Masaki abriu a boca, espantado. Que inferno que Sakurai tinha aquela maldita mania de sempre criar fabulas quando as coisas não saiam de acordo com a sua vontade!

-Só estou tentando lhe dizer – Masaki recomeçou pausadamente, como se estivesse falando com uma criança de cinco anos -, que vou fazer um jantar para Nino-chan. Em seguida, vou conversar um pouquinho com o meu melhor amigo, fato que não tive oportunidade de vivenciar na última semana, e depois disso, virei a esse quarto e farei amor com você despreocupadamente. Tudo bem?

O lábio inferior de Sakurai tremeu. Por alguns instantes, Masaki achou que o moreno fosse explodir em gritos; todavia, quando ele abriu a boca, aparentou frieza.

-Vou embora!

-Ah, por favor, Sho-kun! – Masaki resistiu. – Já passamos por isso antes! E lembra-se do que aconteceu?

Encarando o loiro, Sakurai bufou.

-Tudo que quero é ter um momento de intimidade com meu namorado...

-E teremos, amor... mais tarde!

-Agora!

-Pare com isso, Sho-kun! Você não é uma criança!

Ouvindo aquilo, Sakurai enrubesceu de raiva. Masaki viu que ultrapassara os limites.

-Gomen, Sho-kun... – murmurou. – Ok, vamos fazer... – cedeu.

-Agora eu não quero mais!

“Pronto! Você não queria que as coisas voltassem ao normal, Aiba? Aí estão elas!”, pensou o loiro ao ver a infantilidade do namorado.

-Vem cá, Sho-kun – Pediu.

-Não vou! Não quero mais! – Sakurai disse, firme.

E então se virou para a porta. Naquele instante, Masaki percebeu que se não tomasse uma atitude rapidamente, passaria o restante do mês de mal com Sakurai. O moreno fazia birra sempre que era contrariado, e tanto tempo de relacionamento já deu a Aiba a sensibilidade suficiente de saber o momento certo de abdicar ou permanecer firme nas suas resoluções.

-Sho-kun... – gemeu e então levantou a toalha um pouco, mostrando suas coxas, sem, no entanto, revelar o membro firme.

-Hum? – Sakurai olhava fixo para aquela cena. – Nada do que fizer ou me dizer vai me fazer voltar atrás! – Avisou.

Porém, ele não esperava as palavras seguintes:

-Me come, Sho-kun...

Arregalou os olhos. Desde quando o namorado dizia aquelas coisas?

-Anh?

-Nino-chan pediu para Oh-chan, mas ele virou às costas e foi embora. Vai fazer a mesma coisa?

Sho notou que começava a ter uma ereção observando aquela cena.

-Kazu-chan e você falam dessas coisas?

-Por que não? Somos amigos... – Respondeu Masaki. – E então? Ainda pensa em ir?

Um sorriso safado surgiu nos lábios de Sakurai enquanto avançava contra Aiba.

-Pede de novo...

Masaki riu.

-Tenho vergonha... – confessou.

-De mim?

-De dizer essas coisas – explicou.

-Bom, eu não tenho... – Empurrou Aiba contra a cama e deitou-se em cima do amante. – Amanhã é seu aniversário...

-Hum... eu sei...

Segurando as nádegas de Masaki, Sakurai apertou o quadril contra o namorado.

-E vou te dar um bom presente... – avisou. – Mas, só vai ganhar se for bom pra mim nessa noite...

-Bom? De que forma?

-Você não me pediu para eu te comer? Vou fazer isso, e quero que gema bastante, e grite a vontade cada vez que eu te der um orgasmo...

-Sho-kun! – Masaki enrubesceu. – São sete da noite...

-E daí?

-As pessoas estão acordadas...

-Se bem me lembro, uma das nossas melhores transas foi no camarim da banda, de manhã, com todos os funcionários passando à porta do nosso camarim...

-Nem me lembre! E se alguém nos pegasse lá?

Sakurai sorriu.

-Eu te amo... – murmurou.

Aiba não resistiu e retribuiu a confissão com um beijo quente.

-É sério que Oh-chan virou-se de costas e foi embora? – Sakurai indagou.

-Sim... – Aiba suspirou. – Pobre Nino-chan...

-Pobre Nino-chan? Pobre do Ohchan, isso sim! Deve estar com as partes baixas doendo até agora!

-Bem feito!

-Você sempre fica a favor de Kazu...

-E você, de Satoshi...

-Mas eu amo Nino, apesar disso...

-E eu amo Ohno-san também...

-Quer saber? Acho que devemos fazer algo para ajudar aqueles dois a se acertarem! Eles não são como nós, mais maduros...

Masaki soltou uma gargalhada involuntária. Não iria replicar Sakurai, apesar de não considerar o relacionamento deles algo realmente amadurecido. Muitas vezes o amante agia como uma criança... mas, enfim... não era exatamente aquilo que mais o encantava em Sho?

-Por que está rindo?

-Faça amor comigo – ordenou. – E esqueça Ohmiya. Amanhã aqueles dois se acertaram...

-Como sabe?

-Se me fizer ter mais de um orgasmo, eu conto!

-Isso é um desafio?

-E se for?

-Prepare-se então! Até o final dessa noite, você vai me confessar todos os seus planos!

E baixando a face, beijou-o com paixão.

Continua...
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Qui Fev 18, 2010 9:54 pm

Citação :
Audrey, por alguns segundos não teve coragem de levantar a mão e segurar a fotografia. Mas, fez isso, apesar da hesitação. A foto era de duas crianças. O da direita era Nino. A mesma face delicada e a mesma aparência de anjo. O da esquerda, ela reconheceu a custo, Ohno Satoshi.
eu peguei essa parte pq foi a mais significativa pra ela
mas a cena toda da conversa com o Sho foi brilhante *------------------------*
eu adoreeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeei 8DDDDDD
juro q eu n tinha pensado nisso como sendo 'o' problema dela
o que será que ela vai fazer aogra?????
O.O' *ela devia pedir desulpas pro Nino!!!! Ou melhor: pro Ohno 8DD, assim o Ohno volta com o Nino =DDDDDD*

Citação :
-Oi! – Sho quase gritou. – Estou aqui! Está me vendo? Quer me dar um minuto de atenção?
SHAUSHAUSHAUHSUAHSUAHSUAHSUAHSAUHSUAHSUAHSUAHS
juro que ri demais com isso xDDDDDDD
eu sou obrigada a falar assim o tempo todo se não ngm me ouve TOT
HASUHAUSHAUSHAUHSUAS

Citação :
Sexo! – Sho esclareceu. – Você fala como se fosse imposição, uma tarefa, uma carga! Como se não fosse um prazer!
MEU DEUS!!!
quanto pêlo em ovo!!!!!!!!!!
assim n dá pra ser feliz!!!!!!
SHAUSHUAHSUASH

Citação :
-Gomen, Sho-kun... – murmurou. – Ok, vamos fazer... – cedeu.

-Agora eu não quero mais!(...)

(...)-Vem cá, Sho-kun – Pediu.

-Não vou! Não quero mais! – Sakurai disse, firme.
OWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWN
coisinha fofa da mamãe!!!
quer colinho quer??????
*--------------------------------*
SHUAHSUAHSAUHSUA

Citação :
-Você não me pediu para eu te comer? Vou fazer isso, e quero que gema bastante, e grite a vontade cada vez que eu te der um orgasmo...
HOHOHHOOHHOHOOHOHOOHOHOOHOOOHOOHHOHOOOOHOHOHOHOOHHO
OOHHOOHOHOHOOOHOHOHHOOOHOHHOHOHOHOHOHOHOOHOHO
*morri*
xDDDDDDD
*------------------*
isso foi 'supercalifradilisticspalidoucius' s2
8DDDDD

Citação :
-Isso é um desafio?

-E se for?

-Prepare-se então! Até o final dessa noite, você vai me confessar todos os seus planos!
é o Sho tem o poder!!
YATTAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
HSUASHAUSHAUSHAUSH
*sorry, não consigui evitar*
xDDDDDD

~°~

Citação :
Amor, sabe que eu nao gosto de afirmar o que nao tenho certeza...mas o episodio de gaikou me deixou desconfiada sobre sakuraiba. Tipo..sho tava olhando (eu vi) pras pernas da guria (?), dai o aiba se levantou e disse: "acho q estou engordando" e o sho meio que se tocou o que estava falando, e desviou completamente os olhos da guria e ficou olhando pro aiba com um olhar apaixonado.
amooooooooor, eu tinha lido esse post antes, mas n respondi pq seria um flood bem grande, mas agora que meu post ficou gigante, o flood ficou pequenininho
O.O'?
tah, esquece isso xDDDDDD
enfim, eu entendi a parte da desconfiança, mas foi a favor ou contra sakuraiba? o.O'
*sabe, o meu precessador cerebral é celeron, então demora neh xDD*

~°~

AMEEEEEEEEEEEI demais Sakuraiba nessa Cap. *--------*
*maaas sou suspeita neh xDDD*
o Sho foi lindão demais HOHOHOHOHOHOH
ameeei ele 8DDD

mas eu fiquei com saudadades do Oh-chan =/
vou chorar, cadê ele???
eu quero o Oh-chaaaaaaaaaaaaaaan!!!!!
SHAUHSUAHSUAHS
*tah parei*

mesmo sem o Ohno eu amei demais SIM
xD, tah cada dia melhor, agradeça seus pais por mim tah?? ;D
xDDDDDDDD
s2
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Qui Fev 18, 2010 10:18 pm

Naty

Essa cena da Audrey pra mim é mais que especial. Digamos que Rendição prosseguia apenas a aguardando. Ela foi uma das primeiras cenas que eu planejei..apesar de ainda não saber direito o dialogo, eu sempre quis que fosse Sho que a ajudasse... pq eu me vejo nele.. e tipo... é especial que fosse ele^^


Agora, com Aiba, o sho tem que amadurecer mto. Ele é tao criança...('/felizn')


e eu adoro^^ hehehe


Citação :

enfim, eu entendi a parte da desconfiança, mas foi a favor ou contra sakuraiba? o.O'
*sabe, o meu precessador cerebral é celeron, então demora neh xDD*
A favor.. tipo..ficou mto claro que o Aiba ficou com ciumes...e o Sho correu em tirar os olhos da garota...hehhhehe


Amor...mtoooo obrigada pelo seu comentário^^ d verdade^^ me emocionou
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Sex Fev 19, 2010 12:02 am

HOHOHOHOHOHOH
Sho em versão feminina 8DDDDDDDD
vc tah até perto da idade deles *---------------------------------------*

Citação :
Agora, com Aiba, o sho tem que amadurecer mto. Ele é tao criança...('/felizn')
ah tem mesmo, pelo menos pra n brigarem
pq o Sho bebezin é a coisa mais fofa e totosa que eu já vi *-*
mto gracinha, ele tem q fazer mais manha pro Aiba, tãaaaaaaao lindos 8DDD
*noffa, mais manha ainda acho q o Aiba cansa xDDD*

Citação :
A favor.. tipo..ficou mto claro que o Aiba ficou com ciumes...e o Sho correu em tirar os olhos da garota...hehhhehe
SAFADEEEENHO xD~
nessas eu fico imaginado-os nas praias desse Brasilzão
acho q infartariam o.O'
SHUAHSUASHAUSHAUHSAUS

[divagação]mas de qualquer forma o Sho nasceu pra fazer TV
ele mto¹²³¹²³ comunicativo
*é não cala a boca nunca xDDD*
SHAUSHAUHSAUHSUAHSUAHS
acho q por isso ele n se aguenta em falar as coisas pro Aiba neh
tipo, ele n aguenta nada calado.... (é, ele nunca fica calado xD)

noffa to má c o Sho hj óÒ
*não fica brava c a tia não viiu*[/divagação]
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MensagemAssunto: Re: [END] - Rendição   Sex Fev 19, 2010 1:51 am

Aaaaa cmo o Sho é maraaa *-----*
tao inteligente, tao impressioanante, tao td *-----*
ta essa ceninha dele com o Aiba foi infantil msm
poxa Aiba só ia cozinhar p/ o Nino
ê Sho vc tbm só da trabalho hein rs
ms no fim a transa foi maraa *----*
hm ql e a ideia d Aiba hein?
to mto curiosa
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[END] - Rendição
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